O governo argentino, liderado por Javier Milei, decidiu não participar da reunião ministerial do Fórum China-Celac em Pequim, enviando uma delegação de nível inferior. A Argentina se absteve de participar das decisões, mas não bloqueou as discussões. Apesar de a China ser um parceiro comercial importante, as relações políticas estão tensas, com Milei alinhando-se mais aos interesses dos EUA, especialmente de Donald Trump. Durante a reunião, a China anunciou uma linha de crédito de US$ 9,1 bilhões e isenção de visto para cinco países, enquanto a Costa Rica se desassociou de um parágrafo do comunicado final que apoiava um comércio multilateral justo. A China busca aumentar sua influência na América Latina, enquanto outros países, como Chile e Colômbia, mantêm relações próximas com os EUA e participaram ativamente do evento.
O governo argentino, liderado por Javier Milei, não participou da reunião ministerial do Fórum China-Celac em Pequim, realizada no dia treze de dezembro. A Argentina optou por um nível diplomático inferior, apenas informando que não bloquearia discussões, mas também não participaria das decisões.
A ausência da Argentina se alinha à estratégia de Milei de se distanciar de fóruns internacionais, buscando uma aproximação maior com os Estados Unidos, especialmente com Donald Trump. A China, por sua vez, anunciou uma linha de crédito de US$ 9,1 bilhões para a região e isenção de visto para cinco países. A Costa Rica, outro aliado dos EUA, se dissociou de um parágrafo do comunicado final.
Durante a reunião, o presidente da China, Xi Jinping, procurou fortalecer os laços políticos com a América Latina, destacando a importância do Fórum China-Celac. Ele criticou as tarifas impostas por Trump, afirmando que não há vencedores em uma guerra comercial. A declaração final do evento reafirmou o apoio a um sistema multilateral de comércio, mas a Costa Rica optou por não endossar um dos parágrafos.
Os laços entre Argentina e China estão tensos, apesar da China ser um importante parceiro comercial. Milei tem adotado uma postura que complica consensos em fóruns como G-20 e OEA. Enquanto isso, líderes de outros países, como Chile e Colômbia, participaram ativamente da reunião, buscando estreitar relações com a China.
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