O Brasil foi convidado a copresidir um grupo de trabalho na ONU que discutirá a criação do Estado da Palestina em uma conferência marcada para junho. O convite foi feito pela França e pela Arábia Saudita, que lideram a conferência. O grupo de trabalho, que o Brasil compartilhará com o Senegal, focará na promoção do respeito ao direito internacional para implementar a solução de dois Estados. A conferência foi aprovada pela Assembleia-Geral da ONU em dezembro de 2024, com 157 votos a favor. O Brasil tem uma longa história de apoio à criação do Estado da Palestina e à convivência pacífica entre israelenses e palestinos. Atualmente, a situação em Gaza é crítica, com muitos palestinos mortos e a pressão internacional sobre Israel aumentando. O Brasil já tentou, sem sucesso, aprovar uma resolução no Conselho de Segurança da ONU para um cessar-fogo na região. O governo brasileiro continua a defender a paz e a solução de dois Estados, com a Palestina independente ao lado de Israel.
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi convidado a copresidir um grupo de trabalho na Organização das Nações Unidas (ONU), que discutirá a criação do Estado da Palestina em uma conferência marcada para junho. O convite foi feito pela França e pela Arábia Saudita, que lideram a Conferência Internacional para a Solução Pacífica da Questão da Palestina e a Implementação da Solução de Dois Estados.
O Brasil compartilhará a presidência do grupo de trabalho com o Senegal, focando na promoção do respeito ao direito internacional para implementar a solução de dois Estados. O Itamaraty informou que a conferência contará com a participação de todos os Estados-membros da ONU, além de representantes de agências e comissões regionais.
A realização da conferência foi aprovada pela Assembleia-Geral da ONU em dezembro de 2024, com 157 votos favoráveis e oito contrários, incluindo Israel e os Estados Unidos. O Brasil tem uma posição histórica em favor da criação do Estado da Palestina e da convivência pacífica entre israelenses e palestinos.
Atualmente, a pressão internacional sobre Israel aumenta devido à guerra na Faixa de Gaza, onde o número de palestinos mortos ultrapassa 50 mil, segundo o Hamas. A conferência poderá intensificar a pressão diplomática sobre Israel, que enfrenta críticas por suas ações no território.
O Brasil, que já presidiu o Conselho de Segurança da ONU, tentou aprovar uma resolução para um cessar-fogo na região, mas a proposta foi vetada pelos Estados Unidos. O governo brasileiro tem reiterado seu compromisso com a solução de dois Estados, defendendo um Estado da Palestina independente e viável, coexistindo pacificamente com Israel.
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