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Trump critica ‘assassinatos horríveis’ em Washington e aponta antissemitismo como causa

Donald Trump e Marco Rubio condenam assassinatos de membros da embaixada israelense em Washington, destacando o aumento do antissemitismo nos EUA.

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Donald Trump condenou os assassinatos de dois membros da embaixada israelense em Washington, que ocorreram perto de um museu judaico. Ele disse que esses atos, motivados pelo antissemitismo, devem parar e que o ódio não é aceitável nos Estados Unidos. O secretário de Estado, Marco Rubio, também se manifestou, afirmando que as autoridades vão encontrar os responsáveis pelo tiroteio, que ele chamou de ato covarde. A polícia prendeu um suspeito, Elias Rodriguez, de 30 anos, que foi visto perto do museu antes do ataque. Durante a detenção, ele gritou “Palestina livre”. O incidente levanta preocupações sobre a segurança da comunidade judaica em meio ao aumento do antissemitismo no país.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, condenou os “assassinatos horríveis” de dois membros da embaixada israelense em Washington, ocorridos na noite de quarta-feira, nas proximidades de um museu judaico. Em sua plataforma Truth Social, Trump afirmou que esses atos, claramente motivados pelo antissemitismo, precisam cessar imediatamente. Ele enfatizou que “o ódio e o radicalismo não têm lugar nos Estados Unidos.”

O secretário de Estado americano, Marco Rubio, também se manifestou, prometendo que as autoridades “vão encontrar os responsáveis” pelo tiroteio. Ele descreveu o incidente como um ato covarde e antissemita, assegurando que os culpados serão levados à justiça. A polícia local informou que um único suspeito, identificado como Elias Rodriguez, de 30 anos, foi detido após o ataque.

Rodriguez foi visto circulando em frente ao museu antes do tiroteio e, após o incidente, entrou no local, onde foi abordado por agentes de segurança. Durante a detenção, ele teria gritado “Palestina livre, livre”, conforme relatado pela chefe do Departamento de Polícia Metropolitana, Pamela A. Smith. O ataque ocorre em um contexto de crescente antissemitismo nos Estados Unidos, levantando preocupações sobre a segurança da comunidade judaica.

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