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Masp recebe obras da Bienal de Veneza em nova exposição no acervo da instituição

Masp amplia acervo com obras da Bienal de Veneza e promove diversidade artística de várias nacionalidades na nova exposição em 2025

Cerro 3 (Colina 3), da série Mita (Foto: River Claure | Acervo Masp)
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  • O Museu de Arte de São Paulo (Masp) incluirá 28 novas obras em seu acervo.
  • Dentre elas, 25 são da última Bienal de Veneza.
  • A nova exposição, “Acervo em transformação: Doações recentes”, ocorrerá de 22 de agosto a 26 de outubro de 2025.
  • A curadoria é de Adriano Pedrosa, com colaboração de Regina Teixeira de Barros e Matheus de Andrade.
  • As obras aumentarão a diversidade de nacionalidades no acervo, incluindo artistas do Zimbábue, África do Sul, Paquistão, Bolívia, Camarões, Panamá e Angola.

O Museu de Arte de São Paulo (Masp) anuncia a inclusão de 28 novas obras em seu acervo, sendo 25 delas provenientes da última Bienal de Veneza. A nova exposição, intitulada “Acervo em transformação: Doações recentes”, estará em cartaz de 22 de agosto a 26 de outubro de 2025.

A curadoria da mostra é de Adriano Pedrosa, diretor do Masp, e conta com a colaboração de Regina Teixeira de Barros e Matheus de Andrade. As obras foram doadas por artistas que participaram da Bienal, além de três trabalhos de artistas que apresentaram obras semelhantes. A Bienal, realizada entre abril e novembro do ano passado, foi a primeira a ser curada por um latino-americano em 130 anos.

Regina Teixeira de Barros destacou que algumas doações partiram do desejo dos próprios artistas, enquanto outras foram sugeridas pela equipe de curadoria. As novas obras também aumentarão a diversidade de nacionalidades representadas no acervo, incluindo artistas do Zimbábue, África do Sul, Paquistão, Bolívia, Camarões, Panamá e Angola.

Novas Obras e Temáticas

Entre as adições, destaca-se o trabalho do fotógrafo boliviano River Claure, cuja série Warawar Wawa é uma adaptação de *O Pequeno Príncipe*, ambientada na Bolívia contemporânea. Outra série, Mita, retrata a vida nas comunidades mineradoras andinas, refletindo sobre quinhentos anos de extrativismo colonial. A Bienal também abordou temas de arte popular e diversidade de gênero, com foco na produção artística do Sul Global.

A programação do Masp para 2025 inclui a inauguração do novo prédio Pietro Maria Bardi, que será conectado ao edifício original por um túnel subterrâneo. As novas obras da Bienal estarão expostas no prédio histórico, que também abriga uma mostra inédita de Claude Monet, em cartaz até 24 de agosto.

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