- A penitenciária federal de Brasília, uma das mais seguras do Brasil, adotou novas medidas de segurança após tentativas de fuga em outras unidades.
- A estrutura possui uma muralha de nove metros e abriga líderes de facções criminosas, como Marcos Hermes Camacho, conhecido como “Marcola”.
- A rotina dos detentos inclui acordar às 7h, receber seis refeições diárias e participar de atividades físicas em pátios monitorados.
- A segurança é reforçada com armamento pesado e treinamentos frequentes, além de protocolos de defesa em situações de alerta máximo.
- A unidade também oferece serviços de saúde, como uma minifarmácia e clínicas para problemas psicológicos, evitando transferências para hospitais.
A penitenciária federal de Brasília, reconhecida como uma das mais seguras do Brasil, implementou novas medidas de segurança após tentativas de fuga em outras unidades. A estrutura, cercada por uma muralha de 9 metros, abriga líderes de facções criminosas e presos de alta periculosidade, como Marcos Hermes Camacho, o “Marcola”, e o espião russo Sergei Cherkasov.
Recentemente, a rotina dos detentos foi revelada, destacando a disciplina rigorosa e a alimentação. Os internos acordam às 7h, recebem seis refeições diárias e têm acesso a atividades físicas em pátios monitorados. A qualidade da comida, embora considerada boa, já gerou queixas, como pedidos de refeições sem glúten por parte de Marcolinha, irmão de Marcola.
A segurança da unidade é reforçada por armamento pesado e treinamentos frequentes. Policiais penais realizam exercícios de tiro com armas israelenses, e a vigilância foi intensificada devido a um racha interno no PCC. Apesar do clima tenso, a maioria dos incidentes se limita a pequenas fraturas durante jogos de futebol.
A penitenciária também conta com uma minifarmácia e um ambulatório, evitando a necessidade de transferências para hospitais. Contudo, em casos como o de Marcola, que sofre de problemas de saúde, a mobilização de agentes é necessária para atendimentos médicos. A estrutura inclui clínicas para internos com problemas psicológicos, onde a observação é constante.
Mudanças nas regras foram implementadas para acomodar a presença de estrangeiros, exigindo que as conversas nos parlatórios sejam em português ou com tradutores. As visitas íntimas são proibidas, e todos os diálogos são monitorados. A segurança é tão rigorosa que a unidade já acionou protocolos de defesa em situações de alerta máximo, garantindo que, mesmo em caso de invasão, a penitenciária permaneça um local seguro.
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