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Homem é detido por pichar mensagem sobre Gaza em local histórico em Jerusalém

Homem é preso por vandalizar Igreja do Santo Sepulcro com frase polêmica, enquanto investigações sobre pichações em Jerusalém continuam

Foto: Reprodução
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  • Um homem foi preso na noite de segunda-feira, 25 de agosto, por vandalizar a Igreja do Santo Sepulcro em Jerusalém com a frase “há um holocausto em Gaza”.
  • O suspeito, que não teve a identidade divulgada, foi encontrado com uma lata de spray nas proximidades da igreja.
  • A polícia monitorava a área por câmeras e identificou a movimentação suspeita do homem.
  • O indivíduo apresenta graves problemas de saúde mental, e a polícia planeja apresentar uma denúncia formal contra ele.
  • O vandalismo ocorreu duas semanas após pichações semelhantes em locais sagrados, incluindo o Muro das Lamentações.

A polícia israelense prendeu um homem na noite de segunda-feira, 25 de agosto, por vandalizar a Igreja do Santo Sepulcro, em Jerusalém, com a frase em hebraico: “há um holocausto em Gaza”. O suspeito, que não teve a identidade revelada, foi encontrado com uma lata de spray nas proximidades do local.

Agentes de segurança monitoravam a área por câmeras e notaram a movimentação suspeita do homem. Após revistar a igreja, localizaram a pichação. O indivíduo apresenta graves problemas de saúde mental, conforme relatado pela imprensa local. A polícia planeja apresentar uma denúncia formal contra ele.

Contexto do Vandalismo

A Igreja do Santo Sepulcro, considerada o local do sepultamento de Jesus, atrai milhares de peregrinos anualmente. O vandalismo ocorre duas semanas após pichações semelhantes serem encontradas no Muro das Lamentações e na Grande Sinagoga de Jerusalém. Naquela ocasião, um morador ultraortodoxo de 27 anos foi preso e, em audiência, o tribunal decidiu por sua internação em uma ala psiquiátrica.

A família do suspeito já havia buscado ajuda do rabino-chefe sefardita David Yosef, relatando que ele estava em estado psiquiátrico grave. O pai do homem expressou preocupação, afirmando que seu filho normalmente não agiria de forma violenta e condenou as ações dele.

O Patriarcado Latino, que administra a Igreja do Santo Sepulcro junto a outras denominações cristãs, ainda não se manifestou sobre o incidente. A polícia continua a investigar o caso e a situação do suspeito.

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