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‘Las muy ricas horas do Duque de Berry’ encanta visitantes em Chantilly

O manuscrito "Les Très Riches Heures du Duc de Berry" é exibido no castelo de Chantilly até 5 de outubro, após 20 anos de conservação.

Castelo de Chantilly ao atardecer, um 'château' histórico na França, onde está guardado o manuscrito de 'As muito ricas horas do Duque de Berry' (Foto: Reprodução)
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  • O castelo de Chantilly, localizado a cerca de uma hora de Paris, é um importante ícone da história e da arte francesa.
  • O manuscrito “Les Très Riches Heures du Duc de Berry” foi exposto ao público pela primeira vez em 20 anos e ficará disponível até 5 de outubro.
  • Esta obra-prima da arte medieval, encomendada pelo duque de Berry, é uma coleção de miniaturas que retratam a vida na França do século XV.
  • O manuscrito, que sobreviveu a guerras e epidemias, foi incorporado à coleção do castelo em 1856 e é mantido em condições controladas devido à sua fragilidade.
  • Durante a exposição, os visitantes podem ver páginas iluminadas que retratam cenas da vida medieval, como colheitas e banquetes.

O castelo de Chantilly, localizado a cerca de uma hora de Paris, é um ícone da história e da arte francesa. Com uma arquitetura impressionante e um vasto acervo no Museu Condé, o castelo se destaca por sua beleza e importância cultural.

Recentemente, o manuscrito “Les Très Riches Heures du Duc de Berry” foi exposto ao público pela primeira vez em 20 anos. Esta obra-prima da arte medieval poderá ser vista até o dia 5 de outubro. O manuscrito, considerado a “Mona Lisa” da arte medieval, é uma coleção de miniaturas que retratam a vida na França do século XV.

O duque de Berry encomendou a obra aos irmãos Limbourg, que levaram quase um século para completá-la. O manuscrito sobreviveu a diversas adversidades, incluindo guerras e epidemias, e foi incorporado à coleção do castelo em 1856. Desde então, ele é mantido em condições controladas, longe do público, devido à sua fragilidade.

Durante a exposição, os visitantes têm a oportunidade de ver páginas iluminadas que retratam cenas da vida medieval, como colheitas e banquetes. Mathieu Deldicque, diretor do Museu Condé, destaca que o valor artístico do manuscrito é incalculável, representando a transição da Idade Média para o Renascimento.

Além do manuscrito, o castelo abriga uma das maiores coleções de manuscritos e livros antigos do mundo, com mais de 30.000 itens. A galeria de pinturas do castelo é a segunda mais importante da França, atrás apenas do Louvre. A beleza dos jardins, projetados por André Le Nôtre, complementa a experiência cultural oferecida pelo local.

A exposição do manuscrito é uma oportunidade única para muitos, já que após o término, ele retornará ao seu cofre, preservado em silêncio e escuridão.

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