- Restos humanos encontrados em Donabate são acreditados como sendo de uma criança desaparecida há anos.
- A descoberta ocorreu em um terreno na Portrane Road, onde a polícia irlandesa realizará uma exumação cuidadosa.
- Os restos serão enviados para análise pediátrica para confirmar a identidade.
- O caso da criança foi encerrado pela agência de proteção infantil Tusla há cinco anos, sem novos relatos até agosto deste ano.
- Uma revisão independente do caso foi solicitada no parlamento irlandês, com pressão crescente por uma investigação mais profunda.
Restos humanos encontrados em Donabate são acreditados como sendo de Daniel Aruebose, uma criança desaparecida há anos. A descoberta ocorreu em um terreno na Portrane Road, onde a polícia irlandesa, gardaí, realizará uma exumação cuidadosa. Os restos serão enviados para uma análise pediátrica, com o objetivo de confirmar a identidade.
Daniel, que teria sete anos, estava desaparecido há vários anos, e seu caso foi encerrado pela agência de proteção infantil Tusla há cinco anos. A situação ganhou novos desdobramentos após a descoberta dos restos, levando a um pedido de revisão independente do caso no Dáil, o parlamento irlandês. O deputado Cian O’Callaghan, do partido Social Democrats, enfatizou a necessidade de uma investigação para todos os casos de crianças desaparecidas que envolvem a Tusla.
O Tánaiste Simon Harris descreveu a situação como “horrível e trágica”, ressaltando a importância de estabelecer os fatos. O Taoiseach Micheál Martin também se manifestou, chamando a descoberta de “profundamente chocante”. Ele destacou que Daniel não estava sob os cuidados do estado quando desapareceu e que a análise deve ser feita de maneira fundamentada.
A Ministra da Criança, Norma Foley, anunciou que a Tusla realizará uma revisão rápida sobre o caso, que inclui a análise do histórico de contatos com a família de Daniel. A agência confirmou que não houve novos relatos sobre o menino desde 2020, até que uma denúncia foi feita em agosto deste ano. A Tusla classificou o encerramento do caso como “apropriado”, mas a pressão por uma investigação mais profunda continua a crescer.
Entre na conversa da comunidade