- Dez embarcações zarparam de Creta, Grécia, para se juntar à flotilla que navega por águas internacionais com ajuda para Gaza. A partida foi discreta para evitar impedimentos das autoridades.
- Antes do ataque em 31 de agosto, Itália e Espanha enviaram assistência militar para proteger os tripulantes. A flotilla enfrenta riscos de interceptação por Israel.
- Marc Formosa, um marineiro francês, relata que a navegação foi tranquila e silenciosa, apesar de contratempos com drones israelenses sobrevoando as embarcações.
- A flotilla Global Sumud, que partiu de Barcelona e Creta, navega em direção a Túnez por precaução, em vez de Gaza, devido aos riscos de interceptação.
- Autoridades gregas colaboraram para tornar a partida discreta. A navegação foi tranquila, com protocolos de segurança seguidos à risca.
Décima de barcos parte de Creta para Gaza com ajuda humanitária
Uma dezena de embarcações zarparam de Creta, na Grécia, para se juntar à flotilla que navega por águas internacionais com ajuda para Gaza. A partida foi discreta para evitar que as autoridades impeçam a saída. Marc Formosa, um marineiro francês, explica que a navegação foi tranquila e silenciosa, mas houve contratempos com drones israelenses sobrevoando as embarcações.
Assistência militar italiana e espanhola
Antes do ataque sobre várias embarcações da missão em 31 de agosto, Itália e Espanha enviaram assistência militar para proteger a segurança dos tripulantes. A flotilla enfrenta riscos de interceptação por Israel, mas segue em direção a Túnez por precaução.
Navegação discreta e contratempos
A versão oficial ante as autoridades portuárias foi um passeio turístico nas ilhas gregas. Em Ierapetra (Creta), as autoridades não se enterraram da partida até que os barcos já se encontravam no mar. Marc Formosa destaca que a navegação foi tranquila e silenciosa, mas os protocolos de segurança foram extremados.
Drones israelenses e protocolos de segurança
Numerosos drones israelenses sobrevoaram as embarcações nas horas prévias à partida. Os protocolos de segurança incluem extremar as precauções para evitar interceptação. Marc Formosa destaca que a navegação avançou com calma, diferentemente do período anterior ao ataque.
Desvio para Túnez
A flotilla Global Sumud, que partiu de Barcelona e Creta, enfrenta agora um último trecho com riscos para a segurança dos activistas. Por precaução, os activistas navegam em direção a Túnez, em vez de Gaza. Os drones israelenses têm sido constantes durante a navegação.
Preparação e protocolos de segurança
Os activistas que navegam na flotilla levam semanas a preparar-se para este trajeto. Têm um protocolo claro para actuar em caso de interceptação por Israel. A experiência a bordo do barco Ohaití mostra como a partida foi um sucesso, apesar dos riscos.
Autoridades gregas e colaboração
Marc Formosa explica que as autoridades gregas estão colaborando para tornar a partida discreta. A navegação foi tranquila, com muito silêncio, e os protocolos de segurança foram seguidos à risca.
Continuação da jornada
A flotilla Global Sumud continua a sua jornada com riscos para a segurança dos activistas. Os drones israelenses têm sobrevoado as embarcações, mas os activistas seguem em direção a Túnez, em vez de Gaza, por precaução.
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