- Após o ataque do Hamas em sete de outubro de dois mil e vinte e três, centenas de israelenses foram sequestrados em Gaza; famílias aguardaram notícias e promoveram campanhas por seus entes queridos.
- Nesta segunda-feira, sete dos últimos vinte reféns foram libertados, abrindo espaço para um acordo de troca com cerca de duas mil prisões palestinas; a celebração ocorreu em Tel Aviv, na Praça dos Rehenes.
- Os reféns foram entregues à Cruz Vermelha antes de seguirem para o exército israelense; milhares de pessoas se reuniram desde a madrugada, segurando bandeiras e rostos dos sequestrados; 251 pessoas foram capturadas no ataque de dois mil e vinte e três.
- “Por fim, poderemos respirar”, disse Efrat Madeson-Grossman ao celebrar o retorno do filho; a alegria foi interpretada como possível começo de cura do trauma do sequestro.
- O acordo prevê a libertação de cerca de duas mil prisioneiros palestinos em troca dos reféns, com expectativa de retomar diálogo sobre paz; também há a possibilidade de devolução de corpos de 28 mortos.
Após o ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023, centenas de israelenses foram sequestrados em Gaza. Desde então, as famílias têm aguardado ansiosamente por notícias, promovendo campanhas e apelos por seus entes queridos. Nesta segunda-feira, sete dos últimos 20 reféns foram libertados, marcando uma nova fase nas relações entre Israel e Hamas, com um acordo que prevê a troca de prisioneiros.
O retorno dos reféns gerou uma grande celebração em Tel Aviv, onde milhares se reuniram na Praça dos Rehenes. A atmosfera foi de alívio e alegria, com muitos expressando sua felicidade ao ver os primeiros reféns chegarem de volta a Israel. “Finalmente estão de volta em casa”, disse Korin Cohen Ben Yakar, que estava em uma cadeira de rodas, enquanto as lágrimas de alegria escorriam por seu rosto.
Celebração e Emoção
Os reféns foram entregues à Cruz Vermelha antes de serem levados ao exército israelense. A chegada foi acompanhada por uma multidão que, desde a madrugada, se aglomerava na praça, segurando bandeiras israelenses e cartazes com os rostos dos sequestrados. 251 pessoas foram capturadas no ataque de 2023, um número sem precedentes na história do país.
“Por fim, poderemos respirar”, afirmou Efrat Madeson-Grossman, que celebrou o retorno de seu filho, nascido após o ataque. A euforia foi acompanhada por um sentimento de que essa libertação poderia iniciar um processo de cura para o trauma coletivo causado pelo sequestro.
Acordo de Troca
O acordo de troca prevê a liberação de cerca de 2.000 prisioneiros palestinos em troca dos reféns. A expectativa é que esse movimento possa abrir diálogo sobre a paz, apesar de muitos expressarem resistência em perdoar o Hamas pelos atos cometidos. “A solução não pode ser militar”, disse uma das participantes da celebração, refletindo sobre a necessidade de um entendimento mais profundo entre os lados.
A entrega dos reféns também trouxe à tona a complexidade da situação, com a expectativa de que os corpos de 28 mortos sejam devolvidos em breve. A alegria do retorno dos vivos contrasta com a dor das famílias que ainda buscam respostas sobre seus entes queridos desaparecidos.
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