- O Louvre, em Paris, viu oito peças de joalheria avaliadas em € 88 milhões furtadas no último domingo, por volta das 9h30, logo após a abertura ao público.
- Os criminosos, dois homens, acessaram a galeria Apollo usando um elevador de móveis e uma escada de 30 metros, cortaram vitrines com cortadores de disco e abriram as joias, incluindo um diadema da imperatriz Eugénie e um colar de Marie Louise.
- A ação durou menos de sete minutos, com os ladrões dentro da galeria por 3 minutos e 58 segundos.
- Um vídeo verificado pelo Le Parisien mostra a fuga em câmera lenta, com a dupla descendo pelo elevador e fugindo em duas scooters, um deles com colete refletivo amarelo e o outro de capacete.
- O Ministério do Interior informou mais de 100 investigadores na busca, e a diretora do Louvre reconheceu falhas de segurança, destacando a insuficiência da cobertura de câmeras nas paredes externas.
O Louvre, um dos museus mais icônicos do mundo, foi palco de um impressionante roubo no último domingo, quando oito peças de joalheria, avaliadas em €88 milhões, foram furtadas. Os criminosos, dois homens, acessaram a galeria Apollo utilizando um elevador de móveis e uma escada de 30 metros. O golpe, considerado o maior do museu nas últimas décadas, ocorreu por volta das 9h30, logo após a abertura das portas ao público.
Um vídeo recente, verificado pelo Le Parisien, mostra a fuga dos ladrões em câmera lenta. As imagens capturadas de uma janela próxima revelam os homens descendo lentamente pelo elevador, um deles vestido com um colete refletivo amarelo e o outro de capacete. Após o furto, a dupla escapou em scooters, enquanto uma voz, possivelmente de um segurança, alertava sobre a situação.
Detalhes da Ação
O roubo foi realizado em menos de sete minutos, com os ladrões dentro da galeria por apenas 3 minutos e 58 segundos. Eles quebraram uma janela aparentemente desprotegida e utilizaram cortadores de disco para abrir as vitrines que guardavam as joias, incluindo um diadema da imperatriz Eugénie e um colar que pertenceu a Marie Louise, esposa de Napoleão I.
O ministro do Interior da França, Laurent Nuñez, informou que mais de 100 investigadores estão envolvidos na busca pelos criminosos. Durante uma audiência no Senado, Laurence des Cars, diretora do Louvre, admitiu falhas graves na segurança, destacando a insuficiência da cobertura das câmeras nas paredes externas do museu.
A repercussão do caso levanta questões sobre a proteção de obras de arte valiosas e a eficácia das medidas de segurança em um dos museus mais visitados do mundo.
Entre na conversa da comunidade