- O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu pediu clemência ao presidente de Israel, Isaac Herzog, visando encerrar o processo de corrupção de cinco anos por propina, fraude e quebra de confiança.
- A defesa apresentou uma petição de 111 páginas; o documento foi recebido e encaminhado às assessorias e ao departamento de perdões do Ministério da Justiça.
- O escritório de Herzog disse que formará um parecer com as opiniões relevantes antes de decidir, destacando que é uma requisição extraordinária com implicações significativas.
- Netanyahu afirmou que a medida seria do interesse público e que encerrar o julgamento ajudaria a manter a unidade nacional, enquanto críticos veem o caso como tentativa de proteger a coalizão.
- O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, já enviou carta a Herzog pedindo perdão para Netanyahu.
Benjamin Netanyahu pediu clemência ao presidente de Israel, Isaac Herzog, apresentando uma petição de 111 páginas para encerrar o processo de corrupção que já dura cinco anos. O pedido envolve os crimes de propina, fraude e quebra de confiança, segundo o conteúdo entregue pela equipe jurídica do premiê.
A documentação foi recebida pela presidência e encaminhada ao departamento de clemência do Ministério da Justiça. O escritório de Herzog afirmou que o parecer do assessor jurídico presidencial será considerado antes de a decisão ser tomada, ressaltando que se trata de uma solicitação extraordinária com impactos relevantes.
Netanyahu sustenta que, do ponto de vista público, há interesse em encerrar o processo, enquanto também afirma que a exaustiva apuração visa demonstrar sua inocência. A defesa argumenta que o término imediato do julgamento contribuiria para a unidade nacional, diante de uma conjuntura marcada pela polarização.
Paralelamente, Donald Trump já havia dirigido carta a Herzog pedindo perdão a Netanyahu, conforme divulgado pelas fontes envolvidas. O desfecho depende de avaliações formais do governo e de pareceres jurídicos, com a decisão final a cargo do presidente.
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