- Após horas de reunião no Kremlin entre enviados dos EUA e o presidente Vladimir Putin, não houve avanço claro nas negociações de paz com a Ucrânia.
- Putin aceitou algumas propostas dos EUA, mas ainda não houve compromisso nem acordo, e a questão das quatro regiões ucranianas permanece sem solução.
- O chefe de gabinete de Zelenskyy pediu demissão, em meio a investigações de corrupção que envolveram a casa dele.
- Representantes dos EUA devem se reunir com o negociador ucraniano Rustem Umerov na Flórida, em nova rodada de contatos.
- A União Europeia prepara empréstimo para apoiar a Ucrânia com base em ativos russos congelados; a Assembleia Geral das Nações Unidas discutiu o retorno de crianças ucranianas supostamente transferidas à Rússia.
Após uma reunião de várias horas no Kremlin entre representantes dos EUA e Vladimir Putin, não houve avanço significativo nas negociações sobre o fim da guerra na Ucrânia. Putin aceitou algumas propostas norte-americanas, mas afirmou que ainda não há acordo e que não foram revelados os conteúdos discutidos.
Os EUA foram representados pelo enviado especial Steve Witkoff e pelo genro de Trump, Jared Kushner, que planejavam encontro com o negociador ucraniano Rustem Umerov na Flórida nesta quinta-feira. Em White House, Trump declarou que o caminho para um acordo depende de ambos os lados, sugerindo que ainda não é possível prever a evolução.
Na Ucrânia, permanece a controvérsia sobre a anexação de quatro regiões ocupadas. Kiev sustenta que não cederá território capturado. Além disso, o chefe de gabinete de Zelenskyy pediu demissão após investigações de corrupção sobrevoarem a administração. Enquanto isso, a Rússia sinaliza disposição para ampliar o controle territorial se as negociações não avançarem.
Pelo lado internacional, a União Europeia avalia opções de financiamento para a Ucrânia, incluindo empréstimo apoiado por ativos russos congelados. A diplomacia europeia também acompanha a dependência de recursos diante de um possível aperto financeiro. A ONU cobra retorno imediato de crianças ucranianas afastadas da região, numa resolução não vinculante.
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