- Em 11 de novembro de 2022, Ucrânia liberou Kherson e as áreas ocidentais do Dnipro, após uma grande contraofensiva no sul.
- Entre 20 mil e 30 mil soldados russos teriam sido evacuados pelo Dnipro ao longo de várias semanas, com ferries, pontões e uma ponte parcialmente inutilizada pelos ucranianos.
- Conversas com altos funcionários ucranianos indicam que os EUA temiam uma resposta nuclear tática russa, influenciando restrições e atrasos na entrega de armamentos.
- As limitações dos EUA ajudaram a atrasar a capacidade de Kiev de atingir alvos russos, com entregas de armas cruciais ocorrendo de forma gradual.
- O legado da gestão de Biden é visto como misto: manteve parte do território ucraniano e fomentou coalizões, mas críticas apontam que a cautela inerente prolongou a guerra e limitou ações ofensivas.
O conteúdo analisa a ofensiva de 2022 no sul da Ucrânia e a retirada russa de Kherson, com evacuação de 20 mil a 30 mil combatentes. Relata ainda o papel de apoio ocidental e as decisões dos EUA que moldaram o conflito.
Conforme as informações, a operação ucraniana de 2022 culminou na libertação de Kherson e das áreas ocidentais do Dnipro no dia 11 de novembro. Bombardeios e ataques de foguetes não impediram a retirada ordenada das forças russas, que transportaram tropas e equipamentos pelo rio.
A narrativa destaca que a fuga russa foi considerada a mais bem-sucedida do conflito, sob comando de unidades de elite. Países ocidentais teriam limitado o uso de armas, o que, segundo fontes, influenciou a capacidade de Kyiv de atingir alvos russos na retaguarda.
Engrenagens políticas e estratégicas
Conversas com altos funcionários ucranianos sugerem temores de uma resposta nuclear tática da Rússia. Também apontam para atrasos e restrições na entrega de armamentos por parte dos EUA, que teriam atrasado operações ucranianas e limitados o alcance de ataques à travessia do Dnipro.
Dados de fluxo de armas indicam que, apesar de tecnologia ocidental, Kyiv enfrentou faltas de munição e restrições de uso. O texto analisa o papel de Javelins, NLAWs, HIMARS e aviões de combate, bem como a demora no envio de armamentos defensivos e ofensivos.
Essa análise também traça um retrato da gestão de apoio dos EUA sob a administração Biden, com críticas sobre cautela, restrições ao uso de armas e impactos táticos na capacidade de Kyiv responder de forma proativa.
Entre na conversa da comunidade