- Em fevereiro, um ataque com drone abriu um furo no novo confinamento seguro de Chornobyl, instalado ao lado do reator destruído.
- O conjunto, construido ao custo de € 1,5 bilhão e concluído em 2019, não cumpre mais sua função principal de bloquear radiação.
- A Agência Internacional de Energia Atômica (IAEA) informou que a inspeção detectou degradação na estrutura de proteção, mas sem danos permanentes às estruturas de sustentação ou aos sistemas de monitoramento.
- Já foram realizados reparos, mas a restauração completa é essencial para a segurança nuclear a longo prazo.
- Não houve relatos de vazamento de radiação e a situação foi acompanhada pelas autoridades internacionais e nacionais.
Em Chernobyl, na Ucrânia, o reator 4, palco do pior acidente nuclear, recebeu um novo confinamento ao lado. Concluído em 2019, o complexo foi levantado com cerca de €1,5 bilhão para conter a radiação durante a remoção do sarcófago antigo.
Em fevereiro, um ataque com drone abriu um furo no novo confinamento, afetando sua função de bloquear radiação, segundo a AIEA.
A Agência Internacional de Energia Atômica informou que a inspeção revelou degradação da estrutura, mas sem danos permanentes às estruturas de sustentação ou aos sistemas de monitoramento. Reparos já foram realizados e a restauração é vista como essencial.
Avaliação da AIEA
Rafael Grossi, diretor-geral da AIEA, afirmou que a missão confirmou a perda das funções de segurança do abrigo, apesar de não haver riscos imediatos. A agência ressalta a necessidade de restauração completa para a segurança a longo prazo.
O contexto histórico envolve o acidente de 1986, quando a radiação se espalhou pela Europa. O novo confinamento foi projetado para abrigar a área enquanto ocorre a remoção gradual do material sob o antigo sarcófago.
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