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EUA pretendem estender proibição de viagens a mais de 30 países

Governo dos EUA avalia ampliar a proibição de viagens para mais de trinta países; números exatos não são confirmados, sob avaliação de segurança

© Jonathan Drake/Reuters/proibida reprodução
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  • O governo dos EUA pretende estender a proibição de viagens a cidadãos de mais de trinta países, afirmou a secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, em entrevista à Fox News.
  • Noem não confirmou se a lista chegará a 32 ou 36 países nem revelou nomes, mas disse que o presidente Donald Trump avalia quais nações incluir por segurança.
  • Desde junho, os EUA proíbem a entrada de cidadãos de doze países e restringem a de sete, atingindo imigrantes e visitantes temporários.
  • A expansão seria baseada na falta de governos estáveis capazes de fornecer informações confiáveis sobre seus cidadãos; há relatos de a possibilidade de até trinta e seis países adicionais.
  • O ataque a dois membros da Guarda Nacional em Washington, na semana passada, é citado como motivação para as propostas; o suspeito é um cidadão afegão que chegou aos EUA em 2021 por meio de um programa de reinstalação sem controles suficientes.

O governo dos Estados Unidos avalia ampliar a proibição de viagens para cidadãos de mais de 30 países, segundo a secretária de Segurança Interna, Kristi Noem. Em entrevista à Fox News, ela não confirmou se a lista chegará a 32 ou 36 países, mas afirmou que o presidente Donald Trump analisa critérios de segurança. A medida já está sendo considerada adicionalmente por autoridades.

A nova etapa da política de imigração permanece em avaliação, com a expectativa de ampliar restrições a viajantes que não sejam imigrantes. Noem ressaltou que governos estáveis são um requisito para fornecer informações confiáveis sobre os cidadãos, justificando a possibilidade de inclusão de mais países.

Rumores sobre expansão e base de risco

Ao longo da última semana, veículos de imprensa indicaram que a lista pode abranger até 36 países adicionais, conforme fontes não identificadas do Departamento de Estado. As propostas seriam embasadas em avaliações de segurança nacional. Não há confirmação oficial sobre os nomes.

Entre os fundamentos citados para ampliar as restrições, está o ataque violento envolvendo dois membros da Guarda Nacional, ocorrido em Washington na semana anterior. As informações indicam que o suspeito é um cidadão afegão que chegou aos EUA em 2021 por meio de um programa de reinstalação com controles questionáveis.

Contexto da política migratória

Desde junho, os EUA já aplicam proibições a cidadãos de 12 países e impõem restrições a outros sete, afetando imigrantes e visitantes temporários. A estratégia envolve reduzir chegadas de estrangeiros sob argumentos de segurança e de controle de fronteiras.

Noem reforçou que as decisões seguem em estudo contínuo, com o presidente avaliando quais nações podem ser incluídas com base em parâmetros de estabilidade governamental e confiabilidade de informações. A administração não informou cronograma para possíveis alterações.

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