- Mediadores liderados por Catar, Egito e Estados Unidos pediram retirada das tropas israelenses e o envio de uma força internacional de estabilização como próximos passos para implementar plenamente o acordo de cessar-fogo.
- A segunda fase prevê o desarmamento do Hamas e a criação do Board of Peace, com uma força internacional de estabilidade para atuar rapidamente no terreno.
- O plano, apoiado pela Organização das Nações Unidas, prevê governo transitório em Gaza e retirada de posições israelenses; a implementação depende de acordos sobre o formato da segunda fase.
- Há impasses sobre o desarmamento do Hamas e sobre quais países participariam da força, incluindo a Turquia, com divergências sobre comando e participação.
- O acordo também prevê a abertura do ponto de Rafah para ajuda humanitária, mas há disputas sobre a sua abertura bidirecional; o tema gera tensões entre países árabes e Israel.
Mediadores do acordo entre Qatar, Egito e EUA defenderam a retirada de tropas israelenses e o implantação de uma força internacional como passos centrais para a segunda fase do cessar-fogo em Gaza. O plano, apoiado pela ONU, prevê governo transitório e uma força de estabilização.
O atual impasse envolve a disarmamentização do Hamas, a criação do Board of Peace e a atuação rápida de uma força de estabilização. Países signatários discutem comando, participação de terceiros e a abertura de Rafah para ajuda humanitária.
Até o momento, o cessar-fogo mantém-se, com Israel e Hamas se acusando de violações. O anúncio ocorre na esteira de negociações que seguem sob a liderança de Qatar, com EUA e Egito como garantidores.
Desdobramentos da segunda fase
Hamas afirma que a desmilitarização depende do fim da ocupação. Segundo Khalil al-Hayya, qualquer arma estaria sob o controle do Estado apenas com o fim da presença militar israelense.
O Board of Peace, idealizado para supervisionar Gaza, ganharia legitimidade com a participação de países, entre eles os EUA. Trump poderia presidir, conforme discutido, porém a composição ainda não está definida.
Questões operacionais e de cooperação regional
ATurquia sinalizou interesse em integrar a força de estabilização, mas existem dúvidas sobre comando e contribuição. Falam também sobre a necessidade de separar palestinianos de israelenses para reduzir tensões.
Rafah continua no centro das negociações: a abertura é defendida como canal de entrada de ajuda, enquanto Israel mantém restrições. O Egito, por sua vez, enfatiza que a abertura deve ocorrer de forma equilibrada.
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