- Reunião por videochamada na quinta-feira entre Keir Starmer, Emmanuel Macron e Friedrich Merz, entre outros, com a participação de cerca de 30 nações para discutir o plano de paz.
- Zelenskyy entregará aos negotiadores dos Estados Unidos uma versão revisada do plano de paz na quarta-feira, antes da chamada com líderes presentes.
- Encontro a quatro em Downing Street ocorreu nesta segunda-feira, com participação de Starmer, Macron e Merz.
- O contexto envolve pressão de Donald Trump e a busca por garantias de segurança para a Ucrânia, em meio a negociações em curso.
- Na linha de frente, Rússia intensifica ataques em Pokrovsk e Myrnohrad; Moscou afirma controle de parte de Myrnohrad, enquanto combatentes ucranianos relatam choques nas ruas.
O comunicado de Zelenskyy aponta para uma janela de negociações com aliados ocidentais, enquanto a batalha no leste permanece intensa. Nesta semana, líderes europeus tentam coordenar garantias de segurança para um possível acordo de paz com a Ucrânia.
Na prática, uma videoconferência envolvendo Keir Starmer, Emmanuel Macron, Friedrich Merz e outros representantes deve ocorrer na quinta-feira, com participação de cerca de 30 nações. Zelenskyy entregará, na quarta-feira, uma versão revisada do plano de paz aos negociadores dos EUA. Um encontro a quatro em Downing Street aconteceu nesta segunda-feira.
Desenvolvimento de negociações
O objetivo é que a reunião de líderes e autoridades, ainda sem assinatura, avance as discussões sobre como compelir a Rússia a cessar os ataques e quais garantias de segurança poderiam sustentar um acordo. Zelenskyy participa da chamada, junto com Starmer, Macron e Merz.
Fontes próximas à reforma do plano indicam que a versão revisada será apresentada aos EUA antes do encontro internacional, para alinhavar posições e reduzir ruídos. O debate envolve a criação de garantias de segurança para a Ucrânia no cenário pós-cedência de um cessar-fogo.
Contexto internacional
A Werner coaliz para a paz envolve um grupo de nações que apoiam a Ucrânia, ante a pressão de Washington e Moscou. Os EUA promovem uma negociação que passa por concessões a Kiev; autoridades europeias buscam garantias contra novas agressões no futuro.
Trump tem variado entre apoio e ceticismo em relação ao plano, destacando termos que poderiam favorecer a Rússia. Para aliados, as propostas norte-americanas geram incerteza sobre o equilíbrio entre pressões para assinar e compromissos de segurança duradouros.
Situação no front
Enquanto o esforço diplomático ganha tração, a frente de combate continua no leste. Pokrovsk e Myrnohrad são pontos de conflito ativo, com uso de veículos blindados e combates urbanos conforme relatos de fontes ucranianas. A disputa sobre o controle de Myrnohrad permanece marcada por declarações conflitantes entre Kyiv e Moscou.
Especialistas apontam que, mesmo com avanços nas negociações, a viabilidade de um acordo depende de garantias eficazes contra novas invasões e de um calendário claro para a implementação das informações acordadas. A comunidade internacional acompanha o desenrolar com cautela.
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