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María Corina Machado em Oslo elogia ações decisivas de Trump sobre Venezuela

Em Oslo, María Corina Machado elogia Trump, afirma que Maduro é fraco e diz que a Venezuela já foi invadida; pede ajuda internacional para cortar o financiamento

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  • María Corina Machado elogiou ações de Donald Trump e descreveu o regime de Maduro como débil, destacando a preparação da nova geração de venezuelanos para uma transição democrática.
  • Em Oslo, ela afirmou que a Venezuela já foi invadida por agentes russos, iranianos, Hezbollah e gangues criminosas ligadas ao governo, pedindo apoio internacional para cortar o financiamento ao regime.
  • Machado disse que retornará à Venezuela quando houver condições de segurança, independentemente da continuidade do regime.
  • A anúncio ocorreu durante uma coletiva em Oslo com o presidente do Comitê Norueguês, Jørgen Watne Frydnes.
  • A dirigente reiterou a defesa de uma transição democrática baseada em pilares éticos e fortes.

María Corina Machado, dirigente opositora venezuelana, elogiou ações do presidente dos EUA, Donald Trump, considerando-as decisivas para o momento político atual. Ela descreveu o regime de Nicolás Maduro como fraco e destacou a preparação de jovens para avançar com a transição democrática.

Durante uma coletiva em Oslo, a líder venezuelana afirmou, em tom crítico ao governo chavista, que quem declarou guerra aos venezuelanos foi o regime de Maduro. Ela pediu apoio internacional para pressionar o corte de financiamento ao governo.

Machado chegou à capital norueguesa na madrugada e reuniu-se com autoridades locais, entre elas o presidente do Comitê Norueguês, Jorgen Watne Frydnes. A visitante informou que pretende retornar ao país assim que haja garantias de segurança.

Detalhes adicionais

Ela alegou que o país já sofre influência de agentes russos, iranianos, Hezbollah e grupos criminosos atuando em aliança com o governo. A dirigente disse que a situação requer a atuação de democracias internacionais para reduzir o apoio financeiro ao regime. Machado afirmou que voltará a Venezuela quando as condições de segurança estiverem asseguradas.

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