- O papa Leo disse estar “muito desapontado” com a assinatura da lei de morrer assistido pelo governador de Illinois, JB Pritzker.
- A lei permite que adultos terminalmente doentes peçam prescrição médica para terminar a própria vida, com vigência a partir de setembro.
- O benefício é para pacientes com perspectiva de vida de seis meses ou menos.
- O papa, natural de Chicago, havia se reunido com Pritzker no Vaticano no mês anterior.
- Leo costuma evitar comentários sobre política local, mas fez a crítica durante entrevista coletiva em Castel Gandolfo.
Pope Leo afirmou estar muito desapontado com a assinatura pelo governador de Illinois de uma lei que permite a morte assistida para adultos terminalmente doentes. A afirmação ocorreu fora da residência do pontífice, em Castel Gandolfo, na Itália.
O Papa, que é apresentado como o primeiro a liderar a Igreja Católica de origem norte-americana, mencionou o tema ao falar com jornalistas. Ele comentou que já havia conversado sobre o assunto com JB Pritzker no Vaticano no mês anterior, de forma explícita.
Segundo a lei, adultos com prognóstico de seis meses ou menos de vida podem solicitar uma prescrição médica para terminar com suas vidas. A norma entra em vigor em setembro próximo.
Pope Leo costuma evitar comentários sobre política local, mas reconheceu a divergência com a decisão do governador em relação a temas de vida. O Vaticano não comentou além das declarações do líder católico.
Illinois enfrenta o debate sobre ética, autonomia médica e direitos dos pacientes, com posicionamentos opostos entre defensores da lei e críticos religiosos. A assinatura foi anunciada pelo governo estadual.
Fonte: Reuters
Entre na conversa da comunidade