Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Forças nas ruas e repórteres detidos: Venezuela se blindou após captura de Maduro

Militares ocupam Caracas e fronteira, com detenção de jornalistas, sob estado de exceção de noventa dias, ampliando vigilância e militarização de infraestrutura

Militares resguardan el Puente Internacional Simón Bolívar, en Cúcuta, el 5 de enero.
0:00
Carregando...
0:00
  • Nicolás Maduro e a esposa Cilia Flores foram presos em Nova York, levando o governo venezuelano a ativar um decreto de estado de exceção com vigência de noventa dias.
  • Caracas e grande parte do país ficaram militarizados, com pontos de controle, tropas, armas e veículos sendo inspecionados; as decisões aparecem em uma Gaceta Oficial que vaza informações sobre busca e captura de apoiadores de ataques externos.
  • O Comando para a Defesa Integral da Nação foi acionado, com reforço da segurança nas fronteiras, uso da Milícia e mobilização de unidades para defesa militar.
  • O Sindicato Nacional de Jornalistas informou a detenção de pelo menos quatorze profissionais de imprensa que cobriam a Assembleia Nacional e a cidade; parte foi libertada horas depois.
  • Na fronteira com a Colômbia, circulam caminhões e passageiros sob fiscalização da DGICIM; drones sobrevoando o Palácio de Miraflores teriam sido alvo de disparos de advertência pela polícia, sem confrontos divulgados.

Militares ocupam as ruas de Caracas e jornalistas são detidos após a captura de Nicolás Maduro, em um contexto de intensificação de controles e presença casquinha de forças de segurança. O governo ainda não divulgou detalhes oficiais, mas relatos apontam para ativação de medidas extraordinárias em todo o país.

Caracas viveu fim de semana de tensão com o acionamento de um estado de exceção preparado em outubro, que ficou pronto para ser declarado em caso de agressão externa. A ação coincide com ataques a instalações militares considerados estratégicos por autoridades venezuelanas.

Medidas e operações

Pontos de controle foram instalados na cidade, com agentes armados e encapuzados revistando celulares e veículos. O decreto, com vigência de 90 dias, prevê a militarização de infraestrutura crítica, incluindo serviços públicos, petróleo e indústrias básicas, sob regime temporário.

A operação envolve o Comando para a Defesa Integral da Nação, o reforço da segurança fronteiriça e a ativação da Milícia para defesa. Em pronunciamento, o governo chamou à mobilização, gerando concentrações de simpatizantes armados em diversas áreas de Caracas.

Jornalistas foram detidos por agentes de inteligência durante cobertura da Assembleia Nacional e arredores; pelo menos 14 profissionais foram, segundo sindicatos, detidos. Horas depois, três foram liberados. A repressão à imprensa intensifica o ambiente de restrições à atuação de veículos de comunicação.

Situação na fronteira e cenário externo

Na fronteira com a Colômbia, balsas e pontes seguem com maior presença de tropas. Comerciante e veículos circulam entre Cúcuta e pontos venezuelanos, sob monitoramento de autoridades colombianas e venezuelanas. A cidade de Cúcuta registra filas de automóveis para atravessar para solo venezuelano, sob verificações de documentos.

Drones sobrevoaram Caracas, levando a polícia a disparar avisos. O governo informou que não houve confrontos, atribuindo o episódio a aeronaves não autorizadas. A tensão entre Estados Unidos, Colômbia e Venezuela permanece elevada, com o governo venezuelano descrevendo ações como resposta a agressões.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais