- O saldo de mortos nas manifestações no Irã passou de três mil, com a HRANA verificando 3.090 óbitos, incluindo 2.885 manifestantes.
- Houve um leve aumento na atividade da internet após oito dias de blackout, chegando a cerca de 2% dos níveis normais, segundo o NetBlocks.
- Teerã permaneceu relativamente quieta nos últimos quatro dias, com drones sobre a cidade, mas sem sinais de grandes protestos.
- Os protestos começaram em vinte e oito de dezembro, motivados por dificuldades econômicas e passaram a exigir o fim do governo clerical; relatos indicam mais de 2.000 mortos.
- A imprensa mencionou relatos de cancelamento de execuções prometidas pelo governo, embora o Irã não tenha anunciado planos oficiais sobre tais medidas.
Mais de 3.000 pessoas morreram nas protestos que se alastraram pelo Irã, segundo ativistas de direitos humanos. A HRANA, grupo sediado nos EUA, confirmou 3.090 mortes, incluindo 2.885 entre manifestantes. O recuo policial é descrito como um freio nas mobilizações em curso no país.
O regime informou prisões, enquanto dezenas de cidades relatam maior contenção. Teerã permaneceu relativamente quieta nos últimos quatro dias, com drones sobrevoando a capital, mas sem sinais de grandes protestos, segundo relatos de moradores que pediram anonimato.
Em cidades do norte, à beira do Mar Cáspio, as vias também parecem tranquilas, com observadores descrevendo menos atividade pública. As mobilizações começaram em 28 de dezembro, motivadas por dificuldades econômicas e pela cobrança de fim do governo clerical.
A repressão intensa e os choques entre forças de segurança e manifestantes resultaram em números elevados de mortos. Grupos opositores e fontes oficiais divergem sobre o total de vítimas, ainda sem confirmação unificada.
Acompanhando o desgate das ações, houve pequeno avanço na conectividade de internet no Irã depois de um apagão de cerca de 200 horas, situando o uso em níveis próximos de 2% do normal, segundo o NetBlocks. Informações de Irã permanecem amplamente difíceis de verificar de forma independente.
Irã não divulgou planos de execuções em massa nem anunciou cancelamentos oficiais. Em meio a relatos de deslocamentos, indícios de violência e detenções persistem, com turistas e estudantes estrangeiros relatando restrições de deslocamento e comunicação.
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