- Israel recebeu convite dos Estados Unidos para integrar o “Board of Peace” de Donald Trump, criado para resolver conflitos globais.
- Não ficou claro se Israel aceitou o convite; o gabinete do primeiro-ministro não comentou.
- O Conselho Executivo de Gaza, anunciado na semana passada, ficaria sob a autoridade do Board of Peace.
- Não há palestinos no conselho; o gabinete de Netanyahu criticou a composição do quadro de Gaza por contrariar a política de Israel.
- Funcionários israelenses rejeitam a participação da Turquia em Gaza e mantêm tensões com o Qatar, mediador entre Israel e Hamas.
Israel foi convidada pelos Estados Unidos para integrar a iniciativa Board of Peace de Donald Trump, segundo duas fontes citadas pela Reuters. O objetivo é ampliar a agenda de resolução de conflitos ao redor do mundo.
Ainda não está claro se o governo israelense aceitou o convite. O gabinete do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu não comentou o assunto quando contatado.
A ideia original do Board of Peace foi apresentada por Trump no ano passado, durante o anúncio de uma estratégia para encerrar o conflito em Gaza. O convite recente ampliaria o papel da iniciativa globalmente.
Gaza Executive Board — composição e objetivos
A Casa Branca informou que um Gaza Executive Board ficará sob a autoridade do Board of Peace, com foco em estabilidade e prosperidade na região. O grupo não inclui representantes palestinos.
Além de Israel, o conselho de Gaza conta com representantes de outros países. Entre os nomes citados pela imprensa, há o ministro dos Negócios Estrangeiros da Turquia e um funcionário do Qatar.
Israel tem historicamente contestado a participação de Turquia em Gaza e mantém relações tensas com o Qatar, que atua como mediador entre Israel e Hamas. As objeções do governo israelense já foram comunicadas.
Quem participa da iniciativa e como isso impacta o conflito permanece incerto. A administração americana descreve o Board of Peace como ferramenta para avanços diplomáticos e de desenvolvimento na região.
A Reuters apurou o conteúdo dos convites enviados a líderes globais na semana passada, reforçando a leitura de um escopo mais amplo que vai além de Gaza. O tema segue em avaliação.
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