- A rota Mendoza (Argentina) – Santiago (Chile) foi a mais turbulenta do mundo em 2025, segundo o site Turbli, repetindo a posição do ano anterior; a distância é de 196 quilômetros e a turbulência média ficou em 22,98.
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- A turbulência é medida pela taxa de dissipação de vórtices (EDR). A proximidade com a Cordilheira dos Andes pode gerar ondas de montanha, elevando a instabilidade.
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- A segunda e a terceira posições ficam com rotas na China: Xining – Yinchuan (433 km) e Chengdu – Xining (724 km).
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- Em cuarto e quinto lugares aparecem Córdoba (Argentina) – Santiago (Chile) e Santa Cruz de la Sierra (Bolívia) – Santiago (Chile) respectivamente.
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- O ranking completo considera dez rotas, com base em previsões da Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera (NOAA) dos Estados Unidos e do Met Office, do Reino Unido; o Brasil não aparece entre as rotas mais turbulentas.
O voo mais turbulento de 2025, segundo o levantamento do Turbli, foi a rota Mendoza (Argentina) – Santiago (Chile). O trecho, com apenas 196 km de distância, registrou turbulência média de 22,98, ficando no topo pela segunda vez consecutiva. A turbulência é medida pela taxa de dissipação de vórtices (edr), que indica a energia que se dissipa na atmosfera.
Rotas na China ocupam as posições seguintes: Xining – Yinchuan, com 433 km, e Chengdu – Xining, com 724 km. Esses trechos aparecem na segunda e terceira colocações, respectivamente, destacando a presença de áreas de instabilidade na região.
Entre as demais colocadas, aparecem Córdoba (Argentina) – Santiago (Chile), com 660 km, na quarta posição; e Santa Cruz de la Sierra (Bolívia) – Santiago (Chile), com 1.905 km, na quinta. O ranking completo reúne 10 rotas.
Como é feito o relatório
O Turbli utiliza previsões de turbulência da NOAA, dos EUA, e do Met Office, do Reino Unido. A cada seis horas, a plataforma atualiza previsões em 18 níveis de pressão. Ao fim de cada mês, os dados são consolidados em estatísticas.
Para o ranking, foram analisadas 10 mil rotas que conectam 550 dos maiores aeroportos mundiais. O Brasil não aparece entre as rotas mais turbulentas, nem mesmo na América do Sul. Este é um panorama anual disponível no site do Turbli.
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