- Incêndio no Gul Plaza, em Karachi, começou no sábado à noite e se estendeu por quase dois dias; são 21 mortos e 63 desaparecidos, muitos temem ter morrido.
- Bombeiros trabalham na busca por corpos entre os escombros, com 63 pessoas ainda dadas como desaparecidas.
- Para identificar cadáveres, 15 amostras de DNA foram coletadas até segunda-feira à noite.
- Há acusações de atraso na resposta de resgate e o prefeito foi vaiado no local, cerca de 24 horas após o início das chamas.
- A investigação sobre as causas do fogo e da resposta está prometida pelo governo; quase todas as 16 saídas do shopping teriam ficado trancadas quando o fogo começou.
Foi identificada como a maior incêndio em Karachi em mais de uma década, ocorrida no Gul Plaza, um complexo comercial com 1.200 lojas familiares. O fogo começou no final de sábado e se manteve ativo pela noite inteira, sendo controlado apenas no domingo.
Equipes de resgate trabalham entre escombros para localizar 63 pessoas ainda desaparecidas, com 21 vítimas confirmadas mortas. Familiares próximos aos farelos do shopping aguardam informações sobre seus entes.
Segundo autoridades, a maior parte dos desaparecidos é considerada morta; restos humanos são retirados em sacos para exames de DNA. Duas semanas após o início, a suspeita de causas está sob investigação.
Investigação prometida
Policiais informaram que 15 amostras de DNA haviam sido coletadas até a noite de segunda-feira para identificar os corpos. A prefeitura relatou críticas pela resposta inicial, com o prefeito chegando ao local quase 24 horas após o início do incêndio.
Também foi informado que a maioria das saídas da galeria estava trancada no momento do início das chamas, agravando o risco aos frequentadores. A gerência do Gul Plaza não respondeu a pedidos de comentário.
A cidade enfrenta um registro histórico de incidentes no setor produtivo desde 2012, quando um incêndio industrial deixou centenas de mortos. Em 2020, uma corte classificou o episódio como ataque criminoso.
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