- Drones russos atingiram vários distritos de Kyiv no início de sábado, com a defesa aérea em operação.
- O prefeito Vitali Klitschko disse que houve ataques em dois distritos situados de cada lado do rio Dnipro.
- Tymur Tkachenko, chefe da administração militar da capital, informou ataques em pelo menos três distritos, com incêndios em pelo menos dois locais e a ameaça de uso de mísseis russos.
- Em Kharkiv, o prefeito Ihor Terekhov afirmou que drones atingiram vários distritos, ferindo onze pessoas e atingindo três edifícios residenciais.
- Os ataques ocorreram após negociações entre Ucrânia, Rússia e Estados Unidos, nos Emirados Árabes Unidos, dedicadas a buscar uma resolução para o conflito.
O governo ucraniano informou que drones russos atingiram vários distritos da capital, Kyiv, no início deste sábado, com as defesas aéreas atuando para conter os ataques. O ataque ocorreu em meio a uma ofensiva massiva, segundo autoridades locais.
O prefeito Vitali Klitschko afirmou que houve ataques em dois distritos de cada lado do rio Dnipro, que divide a cidade. Ele escreveu no aplicativo de mensagens Telegram que Kyiv está sob um grande ataque inimigo. A prefeitura não detalhou feridos ou danos adicionais naquele momento.
Tymur Tkachenko, chefe da administração militar da capital, confirmou ataques em pelo menos três distritos, com incêndios em pelo menos dois locais. Segundo ele, drones atacavam a cidade e havia ameaça de uso de mísseis russos.
Ataques em Kharkiv e saldo inicial
Em Kharkiv, a segunda maior cidade ucraniana, o prefeito Ihor Terekhov disse que drones russos atingiram vários distritos, ferindo 11 pessoas. Ele informou também que pelo menos três edificações residenciais foram atingidas, relata o Telegram.
Os ataques ocorreram após negociadores de Ucrânia, Rússia e Estados Unidos concluírem o primeiro de dois dias de conversas realizados nos Emirados Árabes Unidos, com o objetivo de avançar para uma solução sobre o conflito. Não houve detalhamento oficial sobre resultados imediatos dessas negociações.
As informações são da Thomson Reuters, com apuração de Ron Popeski e edição de Chris Reese.
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