- Uma juíza federal de Boston, Indira Talwani, bloqueou a ciminação do governo dos EUA de terminar o status legal de mais de oito mil quatrocentos parentes de cidadãos norte-americanos e portadores de green card provenientes de sete países latino-americanos.
- A decisão provisória impede o Departamento de Segurança Interna de encerrar o parole humanitário concedido a milhares de pessoas de Cuba, Haiti, Colômbia, Equador, El Salvador, Guatemala e Honduras.
- Os programas de reunificação familiar permitiam que cidadãos ou residentes legais patrocinassem familiares para viver nos Estados Unidos enquanto aguardavam vistos de imigração.
- O governo de Donald Trump tentou encerrar os programas, alegando abusos e que não estavam alinhados às priorizações de controle de imigração.
- A ação judicial coletiva foi movida por defensores dos direitos dos imigrantes. A decisão ocorre após decisões anteriores da mesma juíza sobre outros parole e envolve questionamentos sobre impactos para pessoas que venderam imóveis ou deixaram empregos em seus países de origem.
Um juiz federal dos EUA bloqueou a medida da administração Trump que buscava encerrar o status legal de mais de 8.400 familiares de cidadãos americanos e titulares de green card que se mudaram para os EUA a partir de sete países da América Latina.
A decisão foi proferida pela juíza distrital Indira Talwani, de Boston. O bloqueo impede o Departamento de Segurança Interna de encerrar o parole humanitário concedido a milhares de pessoas de Cuba, Haiti, Colômbia, Equador, El Salvador, Guatemala e Honduras.
Eles haviam entrado no país sob programas de reunificação familiar, criados ou modernizados pela gestão de Joe Biden. A mudança fazia parte de uma ofensiva de imigração sob o governo de Donald Trump, com foco em enforcement mais rigoroso.
O DHS informou, em 12 de dezembro, que encerraria os programas por considerar que estavam desalinhados com as prioridades de enforcement e permitiam que pessoas mal avaliadas contornassem o processo tradicional de parole.
A suspensão original foi emitida como ordem de restrição temporária por 14 dias, antes de a juíza decidir sobre a injunção permanente neste sábado. Talwani argumentou que não houve fundamentação suficiente para a mudança de política.
A ação é movida por advogados de direitos dos imigrantes, em uma ação coletiva que contesta o recuo em programas de parole temporário para centenas de milhares de migrantes. O DHS não comentou o assunto.
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