- A Coreia do Norte anunciou o lançamento de um míssil balístico na manhã desta quarta-feira, por volta de sete horas e trinta minutos local, detectado por radares da Coreia do Sul e do Japão.
- O projétil percorreu aproximadamente seiscentos quilômetros antes de cair no Mar do Japão, sem causar danos ou vítimas.
- O disparo ocorre em meio a tensões com Seul e Washington, que treinam exercícios militares na península. Pyongyang diz que as manobras são provocativas.
- Autoridades da Coreia do Sul, do Japão e dos Estados Unidos condenaram o lançamento e mantêm vigilância elevada, com apelo ao retorno do diálogo.
- Este é o segundo teste de míssil realizado pela Coreia do Norte neste mês; em dezoito de janeiro houve um teste intercontinental que atingiu cerca de seis mil quilômetros de altitude e percorreu aproximadamente mil duzentos quilômetros, caindo no Mar do Japão.
A Coreia do Norte lançou um míssil balístico na manhã desta quarta-feira, elevando a tensão no Leste Asiático. O disparo ocorreu por volta das 7h30, horário local, e foi detectado por radares da Coreia do Sul e do Japão. Não houve danos nem vítimas.
O projétil percorreu aproximadamente 600 quilômetros antes de cair no Mar do Japão. O teste ocorre em meio a uma escalada de tensões com Seul e Washington, que realizam exercícios militares conjuntos na península.
O governo norte-coreano afirmou que o disparo foi uma resposta às provocações de Seul e Washington, consideradas ameaças à segurança de Pyongyang. As autoridades sul-coreanas e japonesas condenaram a ação.
Desdobramentos
Os Estados Unidos também expressaram preocupação e pediram que Pyongyang retome o diálogo para a desnuclearização da península. A Coreia do Norte realizou, neste mês, o segundo teste de mísseis.
Em 14 de janeiro, o país testou um míssil intercontinental que atingiu cerca de 6.000 km de altitude e percorreu 1.200 km antes de cair no Mar do Japão. Analistas apontam o risco de escalada militar na região.
A comunidade internacional teme uma crise maior e uma possível corrida armamentista. Especialistas avaliam que Pyongyang pode continuar desenvolvendo armas para ampliar sua capacidade de defesa e dissuasão.
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