- O prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, informou, por meio das redes sociais, que parte dos agentes do ICE vai deixar a cidade a partir de terça-feira, após conversa com o presidente Donald Trump.
- Frey disse que pediu o fim da operação Metro Surge e destacou que a cidade se beneficia da presença de imigrantes, mantendo cooperação com o governo federal em investigações, mas não participará de prisões inconstitucionais.
- O governador de Minnesota, Tim Walz, também conversou com Trump nesta segunda-feira para rever a atuação do ICE no estado.
- No fim de semana, o ICE matou Alex Pretti, enfermeiro de 37 anos, em um hospital de veteranos; há mais duas semanas, a agência também matou Renee Good em Minneapolis.
- Conforme a Reuters, Gregory Bovino deixará o estado, sendo substituído por Tom Homan, mas a porta-voz do Departamento de Segurança Interna negou que Bovino tenha sido dispensado.
O prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, informou nas redes sociais que manteve conversa com o presidente Donald Trump. A partir disso, parte dos agentes do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) deixará a cidade. Frey afirmou que quer o fim da operação Metro Surge e que o presidente concordou com a necessidade de mudança.
Os agentes federais devem iniciar a saída já nesta terça-feira (27). Frey acrescentou que continuará buscando a retirada dos demais policiais envolvidos na operação.
Cooperação e posição da cidade
Frey disse que Minneapolis manterá cooperação com o governo federal em investigações de crimes, sem participação em prisões consideradas inconstitucionais. A cidade enfatizou que criminosos violentos devem ser responsabilizados por seus atos, não pela origem.
Contexto político e regional
O governador de Minnesota, Tim Walz, também conversou com Trump e concordou em revisar a atuação do ICE no estado. A imprensa informou que Gregory Bovino deixará de atuar no Minnesota, com transferência para Tom Homan, embora a assessoria do DHS negue a dispensa oficial.
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