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Presos venezuelanos podem ser libertados até sexta, afirma líder

Prisioneiros detidos por protestos podem ser libertados até a próxima sexta, com aprovação final da lei de anistia, diz o presidente da Assembleia Nacional

Venezuela's National Assembly President Jorge Rodriguez attends an ordinary session to discuss the Amnesty law at the National Assembly, in Caracas, Venezuela, February 5, 2026.
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  • O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, afirmou que todos os prisioneiros que receberiam clemência pela lei de anistia podem ser libertados dentro de uma semana.
  • Em vídeo divulgado no Telegram, Rodríguez disse que a aprovação final da lei é esperada para terça-feira, e as libertações começariam nesse dia.
  • Ele sustenta que, entre terça e sexta-feira, no máximo, todos deverão estar em liberdade.
  • A lei foi aprovada por unanimidade na primeira de duas votações no Parlamento, que é controlado pelo partido governista.
  • A medida deve liberar centenas de pessoas; grupos de oposição e de direitos humanos acusam prisões de serem usadas para reprimir dissidentes, ao passo que o governo nega prisões políticas.

O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, afirmou que todos os detidos previstos para receber clemência pela futura lei de anistia poderão deixar a prisão em até uma semana. A declaração foi feita em vídeo divulgado em seu canal no Telegram.

Segundo Rodríguez, a lei de anistia, que beneficiaria pessoas presas por participação em protestos políticos ou críticas a autoridades, deve receber a aprovação final na próxima terça-feira, com início de liber ações já nesse dia. Ele destacou a possibilidade de cumprimento rápido.

Na quinta-feira, o texto passou por votação unânime na primeira de duas etapas necessárias na Assembleia, que é dominada pelo partido socialista no poder. A aprovação pode resultar na libertação de centenas de pessoas.

Detalhes da proposta e posicionamentos

A proposta prevê libertação de centenas de detidos, o que poderia agradar o governo dos EUA, que já aclamou as liberações. A oposição e grupos de direitos humanos afirmam que prisões são usadas para reprimir dissidência.

O governo venezuelano nega a existência de prisioneiros políticos, afirmando que os detidos cometeram crimes. Rodríguez indicou que erros serão corrigidos e afirmou solidariedade às famílias de presos.

A expectativa é de que os liberados ocorram entre a próxima terça e sexta-feira, no máximo, conforme o ritmo do trâmite legislativo e eventuais recursos jurídicos. O anúncio reforça o tom de mudança na política de detenção.

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