- EUA pedem um novo acordo de controle de armas nucleares após a expiração do tratado que limitava os arsenais estratégicos dos EUA e da Rússia.
- O subsecretário de Estado para Controle de Armas e Segurança Internacional, Thomas DiNanno, disse que estender o START não beneficiaria os EUA nem o mundo, pois é falho e não inclui a China.
- DiNanno ressaltou que hoje enfrentamos ameaças de várias potências nucleares e que um acordo bilateral com apenas uma potência é inadequado em 2026.
- O funcionário afirmou que o presidente Donald Trump tem sido claro ao desejar um novo tratado de controle de armas nucleares.
- Segundo DiNanno, o novo acordo deveria envolver outras potências, incluindo a China, para ser eficaz no cenário atual.
O governo dos Estados Unidos pediu nesta sexta-feira um novo acordo de controle de armas após o término do tratado que limitava lançamentos estratégicos de EUA e Rússia, encerrado na quinta-feira. A declaração foi feita durante uma Conferência de Desarmamento em Genebra.
O subsecretário de Estado para Controle de Armas e Segurança Internacional, Thomas DiNanno, afirmou que estender o tratado START seria inadequado para os EUA e para o mundo, por ser falho e não incluir a China. A posição foi apresentada a delegações presentes.
DiNanno ressaltou que, em 2026, o cenário de ameaças envolve várias potências nucleares, tornando um acordo apenas bilateral com a Rússia insuficiente. O governo americano busca um marco que envolva mais países e reduza riscos globais.
O porta-voz destacou ainda que o presidente Donald Trump tem deixado claro o desejo por um novo acordo de controle de armas nucleares, capaz de abranger as principais potências e oferecer transparência e verificação.
Contexto internacional
O START, principal acordo que restringe arsenais de EUA e Rússia, expirou após mais de duas décadas de vigência. Analistas avaliam que a ausência de um novo tratado pode impactar estabilidade estratégica e negociações futuras.
Próximos passos
Especialistas observam que Washington busca construir consenso internacional para um novo marco de verificação e redução de armas, com participação de múltiplos países. Acordos paralelos ainda não foram anunciados.
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