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Museu Britânico retira a palavra Palestina de algumas exposições

Museu Britânico remove a palavra "Palestine" de mapas e painéis, substituindo por termos históricos como "Canaan" após revisões e críticas sobre neutralidade histórica

The British Museum great court.
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  • O British Museum removeu a palavra “Palestine” de algumas exibições, alegando uso impreciso e perda de neutralidade histórica.
  • Mapas e painéis na galeria do Oriente Médio antigo passaram a referir-se a regiões como Canaã ou aos reinos de Israel e Judá, conforme o período descrito.
  • Organizações pró-israel têm questionado a terminologia, afirmando que o rótulo único para toda a região induz a erro histórico.
  • Mais de cinco mil pessoas assinaram uma petição pedindo a reversão da decisão e defendendo a reinstauração de “Palestine” nas placas.
  • O museu informou que já atualizou painéis da Levante e do Egito e que novas mudanças devem ocorrer nos próximos anos, dentro de um programa de reconstrução.

O British Museum removeu a palavra Palestine de algumas de suas exibições, afirmando que o termo era usado de forma imprecisa e não mais neutral do ponto de vista histórico. As mudanças afetam mapas e painéis informativos das galerias do Oriente Médio antigo. A decisão ocorreu após feedback de visitantes e pesquisas de público na instituição.

Parte das obras passou a registrar regiões com termos alternativos, como Canaã, reis de Judá e Israel, ou Judeia, conforme o período apresentado. O museu sustenta que, embora Palestine tenha sido uma designação comum na literatura ocidental desde o século XIX, ela não representa mais uma designação neutra.

A organização UK Lawyers for Israel UKLFI questionou a abordagem, argumentando que usar apenas Palestine ao longo de milênios distorce a história e obscurece a existência dos reinos de Israel e de Judá. A entidade pediu revisão recente das terminologias utilizadas.

Isso levou o museu a atualizar painéis da Galeria do Levante, cobrindo o período de 2000-300 a.C., para enfatizar Canaã e os reinos de Judá e Israel. Também houve alteração em uma peça da galeria do Egito, substituindo descentência palestina por descendência cananéia.

A instituição informou que as mudanças começaram no ano passado, com base em feedback e pesquisa com o público, e integram um programa mais amplo de reconstrução e reexposição a ser implementado nos próximos anos. Medidas adicionais devem ocorrer conforme a reforma avança.

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