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Casa Branca diz que Trump realizará reunião do Conselho da Paz na quinta-feira

Trump reúne Conselho da Paz para anunciar doação de mais de US$ 5 bilhões e força internacional em Gaza, com EUA no comando

10/01/2026 - Trump diz que Estados Unidos “estão prontos para ajudar o Irã. Foto: REUTERS/Jonathan Ernst
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  • O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fará reunião do Conselho da Paz na quinta-feira, em Washington.
  • Os Estados-membros se comprometeram a doar mais de US$ 5 bilhões para a reconstrução e ações humanitárias em Gaza.
  • Os representantes planejam fornecer milhares de funcionários para uma força internacional de estabilização em Gaza.
  • O plano prevê que o Conselho supervisione a governança temporária de Gaza; Trump disse que manteria o Conselho sob sua presidência e ampliaria o órgão para conflitos globais.
  • Itália e União Europeia participarão como observadores; o Vaticano não participará, defendendo que a gestão de crises caberia às Nações Unidas.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deverá realizar, nesta quinta-feira em Washington, uma reunião do Conselho da Paz. O encontro tem como objetivo anunciar que os Estados-membros se comprometeram a doar mais de US$ 5 bilhões para a reconstrução e atividades humanitárias em Gaza. A Casa Branca informou ainda sobre a alocação de milhares de funcionários para uma força internacional de estabilização na região.

Segundo a secretária de imprensa Karoline Leavitt, o plano prevê a supervisão da governança temporária de Gaza pelo conselho, que Trump pretende presidir. A proposta também aponta a ampliação do órgão para enfrentar conflitos em nível global, conforme declarações oficiais.

A Itália e a União Europeia pretendem participar como observadores, pois não aderiram ao conselho. O Vaticano, por sua vez, informou que não participará da iniciativa. O cardeal Pietro Parolin destacou que os esforços para crisis management devem ficar a cargo das Nações Unidas. Além disso, mencionou que o papa Leão XIV foi convidado a integrar o conselho, conforme relato apresentado.

Participação internacional e críticas

Especialistas em direitos humanos questionam a legitimidade de Trump presidir um conselho com atuação em território estrangeiro, comparando a estrutura a um modelo colonial. O conselho foi lançado no mês passado e já enfrentou críticas por não incluir um representante palestino.

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