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Aeronaves dos EUA na base dos Açores sob tratado bilateral, afirma Portugal

Portugal afirma que maior uso da base de Lajes é coberto por tratado bilateral de 1951 e não requer autorização nem conhecimento de Lisboa

U.S. military planes on the tarmac of Lajes air base in Terceira island, Azores
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  • O aumento da atividade de aeronaves dos EUA na base de Lajes, nos Açores, é coberto por um tratado bilateral de décadas e não requer autorização de Lisboa.
  • O ministro de Relações Exteriores de Portugal, Paulo Rangel, disse que houve uso mais intensivo da base nos últimos semanas, sem violação das regras do tratado de 1951.
  • Segundo Rangel, o aumento de uso não precisa ser autorizado nem conhecido por Portugal, mantendo a tradição de décadas.
  • Rangel afirmou que Portugal tem cumprido suas obrigações, defende soluções diplomáticas para tensões internacionais e reforça a aliança com os EUA e a participação em

NATO.

  • A base de Lajes, nos Açores, é historicamente um ponto de trânsito estratégico para forças americanas.

O aumento da atividade de aeronaves dos EUA na base de Lajes, nos Açores, é considerado coberto por um tratado bilateral de décadas e não requer autorização de Lisboa. A afirmação é do ministro das Relações Exteriores de Portugal.

O** governo de Portugal enfrenta críticas da oposição de esquerda, que pediu explicações sobre a base legal para o incremento dos voos militares norte-americanos e se houve aprovação formal de Lisboa.

O incremento foi registrado nos últimos dias na base de Lajes, localizada no arquipélago dos Açores, no Atlântico. A localização estratégica já serve de ponto de trânsito para as forças dos EUA.

O ministro Paulo Rangel explicou que o uso mais intenso não infringiu as regras estabelecidas pelo tratado de 1951 entre Portugal e os EUA. Ele destacou que não é preciso autorização nem conhecimento prévio de Portugal.

Segundo o chanceler, a relação com os EUA permanece estável e alinhada com a defesa da NATO. Rangel ressaltou que Portugal busca soluções diplomáticas para tensões internacionais, incluindo o caso iraniano.

O governo enfatizou que a base de Lajes continua a cumprir suas obrigações sob o acordo bilateral. O foco é manter a cooperação militar dentro do marco legal vigente.

A tensão global envolve a intensificação da postura militar dos EUA no Golfo, considerada a maior desde a invasão ao Iraque em 2003. Países aeram manter estratégias de dissuasão e diplomacia.

A base de Lajes já funciona como trânsito estratégico para as forças americanas há décadas, sem alterações no acordo que rege a presença militar norte-americana na região.

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