Em Alta NotíciasConflitosPessoasAcontecimentos internacionaiseconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Autoridades filipinas são recebidas em viagem ao Mar do Sul da China disputado

Em Thitu, autoridades filipinas visitam a base diante presença chinesa, reforçando soberania enquanto pescadores sofrem restrições de pesca.

Philippine Coast Guard spokesperson Commodore Jay Tarriela gestures beside Philippine Senator Risa Hontiveros during a visit to Philippine-occupied Thitu Island in the disputed South China Sea
0:00
Carregando...
0:00
  • O avião da Guarda Costeira das Filipinas pousou em Thitu, ponto estratégico no mar do Sul, com presença de navios chineses e de pesca na região.
  • A senadora Risa Hontiveros e o porta-voz da Guarda Costeira, Jay Tarriela, reafirmaram que Thitu pertence às Filipinas, mesmo com a presença chinesa próxima à ilha.
  • Residentes locais relataram efeitos da pressão chinesa, incluindo restrições à pesca em águas ricas perto de Subi Reef e da Sandy Cays.
  • A China afirma que suas ações são legais e profissionais, mantendo que filipinos teriam invadido território chinês. Thitu fica a cerca de14 milhas náuticas de Subi Reef.
  • O governo filipino criou um porta-voz dedicado para assuntos marítimos, refletindo maior sensibilidade oficial diante da pressão chinesa na região.

Ohliam: autoridades filipinas visitam Thitu, marco estratégico no Mar do Sul em disputa com a China, em meio à presença de navios chineses e de uma embarcação da Marinha do Exército de Libertação do Povo. A visita ocorreu no sábado, quando um avião da Guarda Costeira das Filipinas pousou na ilha de Thitu, conhecida localmente como Pag-asa. O objetivo foi reafirmar a soberania filipina sobre a ilha enquanto a pressão chinesa permanece na área.

Thitu fica a 450 km da linha de terra firme e tem cerca de 37 hectares. Moradores, cerca de 400, dependem do entorno para a pesca e a subsistência. Na chegada, figuras públicas filipinas, como a senadora Risa Hontiveros e o porta-voz da Guarda Costeira Jay Tarriela, conversaram com moradores para reiterar o controle filipino sobre o território.

Na área, barcos de pesca chineses, navios da Marinha Popular da China e unidades da Guarda Costeira chinesa permaneceram visíveis perto da costa. A presença chinesa alimenta tensões sobre a soberania de parte do arquipélago de Spratly, reivindicação que Beijing sustenta de forma extensa.

A ilha Pag-asa é a maior entre as formações sob controle filipino no arquipélago e é alvo de pressão desde 2016, quando um veredito internacional contestou as reivindicações territoriais da China. O episódio recente reforça o atual embate entre Manila e Pequim pelas águas estratégicas.

Pescadores locais relatam obstáculos para acessar áreas de pesca ricas, citando táticas de aproximação com embarcações chinesas e drones sobrevoando a região. A população diz que tem de contornar zonas com maior atividade chinesa para evitar confrontos.

O governo filipino tem articulado uma resposta mais direta à pressão chinesa, incluindo a nomeação de um porta-voz dedicado às questões marítimas para tratar do tema de forma mais coordenada, segundo fontes oficiais.

Alguns moradores descrevem como as ações chinesas mudaram os hábitos de pesca, com áreas anteriormente exploradas se tornando menos acessíveis. A tensão é alimentada por disputas sobre recursos e por a China manter alegações amplas sobre grande parte do Mar do Sul.

A China sustenta que suas ações são legais e profissionais, afirmando que as atividades filipinas violam territórios sob jurisdição chinesa. A sequência de eventos envolve decisões diplomáticas e ações no terreno que permanecem sob escrutínio internacional.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais