- O embaixador dos EUA na França, Charles Kushner, foi banido de reuniões com membros do governo francês após não comparecer ao Ministério das Relações Exteriores, onde foi convocado por comentários sobre a morte de uma ativista de extrema direita.
- A convocação aconteceu por comentários da Embaixada dos EUA sobre uma tragédia na França, que o governo francês afirmou não poder ser explorada no debate público.
- A morte ocorreu após uma disputa com ativistas de esquerda, em um caso que provocou revolta no país.
- O ministro afirmou que, diante do não comparecimento, Kushner não terá mais acesso direto a membros do governo francês.
- Este foi o segundo momento em que Kushner não compareceu após ser convocado; em agosto de 2025, ele já havia sido chamado a explicar críticas sobre atos antissemitas na França.
O embaixador dos EUA na França, Charles Kushner, foi proibido de manter encontros com membros do governo francês após não se apresentar no Ministério das Relações Exteriores, onde tinha sido convocado. A decisão ocorreu nesta segunda-feira, em meio a controvérsia sobre comentários do embaixador sobre o assassinato de um ativista de direita francês.
Fontes diplomáticas indicaram que Kushner não compareceu ao ministério, apesar da convocação relacionada a críticas feitas pela Embaixada dos EUA a respeito de um trágico episódio na França. O governo francês afirmou que não pode permitir que tais episódios prejudiquem o relacionamento bilateral.
O caso envolve o ativista de direita Quentin Deranque, vítima de um espancamento durante confrontos com manifestantes de esquerda. O incidente chocou a França e foi chamado por alguns setores de “momento Charlie Kirk” no país, em referência a um caso similar nos EUA.
Segundo autoridades francesas, a dificuldade de presença do embaixador foi considerada incompatível com as expectativas de representação diplomática. O ministério informou que Kushner não terá mais acesso direto a membros do governo enquanto perdurar o mal-entendido.
A Embaixada dos EUA e a Agência de Counterterrorismo do Departamento de Estado disseram acompanhar o caso e reiteraram alertas sobre violência política, sem entrar em detalhes sobre medidas adicionais. O episódio marca a segunda ausência de Kushner em convocação, a primeira em agosto de 2025.
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