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Embaixador dos EUA na França proibido de se reunir com o governo francês

Embaixador dos Estados Unidos na França é proibido de encontrar membros do governo após não comparecer à convocação do Ministério das Relações Exteriores, elevando tensões

U.S. Ambassador to France Charles Kushner walks on the day of a summit of the "Coalition of the Willing", at the Elysee Palace, in Paris, France, September 4, 2025. REUTERS/Sarah Meyssonnier/ File Photo
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  • O embaixador dos EUA na França, Charles Kushner, foi banido de reuniões com membros do governo francês após não comparecer ao Ministério das Relações Exteriores, onde foi convocado por comentários sobre a morte de uma ativista de extrema direita.
  • A convocação aconteceu por comentários da Embaixada dos EUA sobre uma tragédia na França, que o governo francês afirmou não poder ser explorada no debate público.
  • A morte ocorreu após uma disputa com ativistas de esquerda, em um caso que provocou revolta no país.
  • O ministro afirmou que, diante do não comparecimento, Kushner não terá mais acesso direto a membros do governo francês.
  • Este foi o segundo momento em que Kushner não compareceu após ser convocado; em agosto de 2025, ele já havia sido chamado a explicar críticas sobre atos antissemitas na França.

O embaixador dos EUA na França, Charles Kushner, foi proibido de manter encontros com membros do governo francês após não se apresentar no Ministério das Relações Exteriores, onde tinha sido convocado. A decisão ocorreu nesta segunda-feira, em meio a controvérsia sobre comentários do embaixador sobre o assassinato de um ativista de direita francês.

Fontes diplomáticas indicaram que Kushner não compareceu ao ministério, apesar da convocação relacionada a críticas feitas pela Embaixada dos EUA a respeito de um trágico episódio na França. O governo francês afirmou que não pode permitir que tais episódios prejudiquem o relacionamento bilateral.

O caso envolve o ativista de direita Quentin Deranque, vítima de um espancamento durante confrontos com manifestantes de esquerda. O incidente chocou a França e foi chamado por alguns setores de “momento Charlie Kirk” no país, em referência a um caso similar nos EUA.

Segundo autoridades francesas, a dificuldade de presença do embaixador foi considerada incompatível com as expectativas de representação diplomática. O ministério informou que Kushner não terá mais acesso direto a membros do governo enquanto perdurar o mal-entendido.

A Embaixada dos EUA e a Agência de Counterterrorismo do Departamento de Estado disseram acompanhar o caso e reiteraram alertas sobre violência política, sem entrar em detalhes sobre medidas adicionais. O episódio marca a segunda ausência de Kushner em convocação, a primeira em agosto de 2025.

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