- O primeiro-ministro australiano Anthony Albanese disse que apoiaria propostas para remover Andrew Mountbatten-Windsor da linha de sucessão ao trono britânico.
- A discussão ocorre após a prisão dele como parte de uma investigação policial sobre seus laços com Jeffrey Epstein, mantendo-o hoje na oitava posição na linha de sucessão.
- O governo do Reino Unido avalia apresentar legislação para garantir que ele nunca seja rei.
- a posição de Albanese foi comunicada em uma carta dirigida ao primeiro-ministro britânico Keir Starmer.
- Albanese afirmou que concorda com a necessidade de a lei seguir seu curso e de uma investigação completa, justa e apropriada.
O primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, disse que apoiaria planos para retirar Andrew Mountbatten-Windsor da linha de sucessão ao trono britânico. A posição foi divulgada por meio de uma carta exibida pelo gabinete do premiê britânico, Keir Starmer.
Segundo informações associadas ao caso, o governo britânico discutia a possibilidade de criar legislação para impedir que Mountbatten-Windsor, atualmente oitavo na linha de sucessão, se torne rei, após sua prisão ligada a investigações sobre Rafael Epstein.
Na correspondência, Albanese afirmou que, diante dos fatos recentes, o governo australiano estaria aberto a qualquer proposta para remover o príncipe da linha de sucessão. O texto também enfatizava a necessidade de uma investigação completa, justa e adequada.
A carta ainda menciona que o monarca concorda com a atuação da lei e com a condução de uma apuração rigorosa. As acusações são descritas como graves, com a leitura de que os australianos acompanham o caso com seriedade.
A divulgação ocorreu nesta semana em relação aos desdobramentos do caso no Reino Unido, onde autoridades discutem medidas legais e procedimentos formais. A Reuters acompanhou o desdobro das informações.
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