- A administração Trump intensifica o esforço para identificar influência estrangeira em universidades americanas, com o Departamento de Estado auxiliando o Departamento de Educação.
- Em abril de 2025, foi emitida uma ordem executiva para aplicar a Seção 117 da Higher Education Act, que exige relatos de doações ou contratos acima de 250 mil dólares de origem estrangeira.
- Em dezembro, o Departamento de Educação lançou um portal para as universidades relatarem esse financiamento externo.
- Em 2025, escolas dos EUA divulgaram 8.300 transações totalizando 5,2 bilhões de dólares, com Qatar, Reino Unido e China entre as maiores fontes.
- A intenção é ampliar a conformidade e a transparência, sem citar exemplos específicos de influência indevida.
O governo dos EUA intensifica a fiscalização de recursos estrangeiros em universidades. A ideia é entender a influência estrangeira considerada prejudicial ao ensino superior. O Departamento de Estado passa a colaborar com o Departamento de Educação nessa tarefa.
A medida envolve a aplicação da Seção 117 da Higher Education Act, outra ação anunciada em abril de 2025. Colegiados com financiamento federal devem relatar doações ou contratos superiores a 250 mil dólares.
O Departamento de Educação informou ter criado um portal em dezembro para receber esses relatos. O objetivo é ampliar a conformidade e a transparência entre as instituições.
Novo papel do Estado
O subsecretário de Diplomacia Pública, Sarah Rogers, afirmou que o Estado reforçará a supervisão com a experiência de segurança nacional. A cooperação visa ampliar a fiscalização do dinheiro estrangeiro.
Segundo autoridades, não foram detalhados casos específicos de influência indevida. O foco seria fortalecer a conformidade e a transparência com regras de divulgação.
De acordo com o Departamento de Educação, as universidades divulgaram 8.300 transações em 2025, totalizando 5,2 bilhões de dólares. Entre os principais financiadores estão Qatar, Reino Unido e China.
Qatar liderou com 1,1 bilhão de dólares, seguido pelo Reino Unido com 633 milhões e pela China com 528 milhões, conforme o levantamento.
A abordagem busca reduzir ambiguidades sobre origens de recursos, ao mesmo tempo em que preserva a autonomia acadêmica. Autoridades destacam que o esforço é preventivo e regulatório.
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