- A União Europeia impôs sanções a oito indivíduos suspeitos de violações graves de direitos humanos e de minar o estado de direito na Rússia.
- Os visados incluem membros do judiciário responsáveis por condenações de ativistas russos em acusações politicamente motivadas e chefes de penitenciárias com condições degradantes.
- Entre os alvos estão Aleksei Vasilyevich Valizer, chefe de uma penitenciária, e Anton Vladimirovisch Rychar, chefe de um centro de detenção pré-processo.
- As medidas incluem proibição de viagem, congelamento de ativos e restrições a financiamentos por cidadãos e empresas da União Europeia.
A União Europeia impôs sanções a oito indivíduos suspeitos de violações graves de direitos humanos e de minar o estado de direito na Rússia, conforme anúncio do Conselho da UE nesta segunda-feira. As medidas visam responsabilizar quem atua no sistema judiciário e em presídios.
Entre os alvos estão membros do judiciário envolvidos na condenação de ativistas russos em “condições politicamente motivadas” e dirigentes de colônias penais onde prisioneiros políticos teriam vivido em condições desumanas. O grupo inclui Aleksei Valizer, chefe de uma colônia penal, e Anton Rychar, chefe de um centro de detenção pré-processual.
As sanções, anunciadas em Bruxelas, incluem proibição de viagem ou trânsito pela UE, congelamento de ativos e a proibição de cidadãos e empresas europeias de disponibilizar fundos aos sancionados. As medidas visam responsabilizar atores ligados a abusos generalizados.
Medidas e impactos
- Ações coordenadas pela UE visam impedir financiamento adicional a indivíduos ligados a violações de direitos humanos.
- A decisão segue avaliações de que as condutas impactaram a integridade do sistema judicial e as condições das prisões no país.
Reportagem de Lili Bayer e Inti Landauro, com edição de Charlotte Van Campenhout.
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