- O Kremlin afirmou que a intervenção ocidental no conflito na Ucrânia tornou a disputa uma confrontação muito maior entre Rússia e países ocidentais.
- A declaração foi feita exatamente quatro anos depois de milhares de tropas russas entrarem na Ucrânia a mando do presidente Vladimir Putin.
- O porta-voz Dmitry Peskov disse que os combates continuam, mas Moscou permanece aberto a alcançar seus objetivos por meios políticos e diplomáticos.
- Segundo Peskov, o desfecho depende das ações do regime de Kiev.
- Não há data definida para a próxima rodada de negociações, que ainda não foi finalizada; as conversas devem continuar.
O Kremlin afirmou nesta terça-feira que a intervenção de países ocidentais no conflito na Ucrânia tornou a disputa uma confrontação muito mais ampla com potências que, segundo Moscou, buscam esmagar o país. A declaração foi feita em Moscou, quatro anos após o início do chamado operação militar especial, ordenado por Vladimir Putin.
O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, descreveu a situação como resultado direto da intervenção militar ocidental, enfatizando que o objetivo de destruir a Rússia se manteve entre as metas dos adversários. Segundo ele, a guerra evoluiu para um confronto mais amplo entre a Rússia e nações ocidentais.
Peskov afirmou que, embora os combates continuem, a Rússia permanece aberta a alcançar seus objetivos por vias políticas e diplomáticas. O porta-voz disse que a próxima etapa depende das ações de Kyiv, sem afirmar datas ou locais para novos encontros de negociação.
Ao ser questionado sobre quando e onde ocorreria a próxima rodada de negociações com a Ucrânia, Peskov disse que ainda não foi finalizada e que as negociações seguirão, na prática, conforme o desenvolvimento dos fatos. Ele ressaltou a esperança de que esse trabalho prossiga.
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