- O ataque de drone near Rubaya, na República Democrática do Congo, deixou pelo menos nove mortos e matou Willy Ngoma, porta-voz militar do M23.
- O comandante militar do M23, Sultani Makenga, estava na área pouco antes do ataque, mas escapou ileso.
- O strike ocorreu em Rubaya, polo minerador estratégico que produz cerca de quinze por cento do coltan mundial.
- Os confrontos entre o M23 e as forças congolesas, apoiadas pelo grupo Wazalendo, seguem em Masisi.
- O M23 afirma, em postagens na X, que as forças congolesas iniciaram uma guerra total em North e South Kivu.
O ataque com drone que atingiu a região leste do Congo deixou pelo menos nove mortos e feriu outros, segundo quatro fontes ouvidas pela Reuters. A ofensiva visou o porta-voz militar Willy Ngoma, filiado ao M23, que morreu no ataque desta semana perto de Rubaya. O comandante militar do grupo escapou ileso.
O bombardamento, ocorrido na área controlada pelo M23, ocorreu numa região estratégica de mineração, responsável por parte importante da produção de coltano. A operação ocorre em meio a negociações de cessar-fogo com mediadores, inclusive o Catar, que tentam avanços diplomáticos na região.
Segundo as fontes, Ngoma foi morto no ataque, enquanto Makenga, o comandante do M23, esteve no local pouco antes da investida. O grupo de autodefesa Wazalendo informou que Makenga fugiu para a igreja próxima após o ataque.
Na sequência, combates entre o M23 e as forças congolesas, apoiadas pelos combatentes de Wazalendo, prosseram na região de Masisi. A organização não governamental de especialistas da ONU apontou que o M23 recebe apoio de Ruanda, o que tem sido objeto de escrutínio internacional.
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