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Conflito com o Irã afeta indústria de viagens e turismo nos EUA

Guerra com o Irã eleva gasolina nos EUA e derruba ações do turismo, elevando custo de aviação e afetando planos de viagens

Skyline de Dubai
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  • Os preços da gasolina nos EUA passaram de US$ 2,85 por galão para acima de US$ 3, impactando a temporada de Páscoa e viagens rodoviárias.
  • Ações de companhias aéreas e hotéis dos EUA recuaram cerca de dois a cinco por cento, diante do aumento de custos com o querosene de aviação.
  • Hotéis ocidentais no Oriente Médio sofreram danos, incluindo um Crowne Plaza no Bahrein e um hotel Fairmont na Palm Jumeirah, em Dubai.
  • O Irã fechou o Estreito de Ormuz, elevando o Brent em cerca de 13% para US$ 82 o barril; seguradoras têm cancelado cobertura de guerra para navios na região.
  • Grandes redes hoteleiras americanas mantêm investimentos no Oriente Médio, com Marriott, Hilton e Hyatt, enquanto não há consenso sobre a duração do conflito. Autoridades indicam possíveis desdobramentos nas próximas semanas.

Dubai foi atingida por drones no fim de semana em retaliação ao Irã, sinalizando um aumento da tensão na região. O ataque afeta o turismo global, segundo relatos da imprensa internacional. A cidade aparece entre os alvos mais visíveis de um confronto regional.

Nos EUA, o impacto direto se faz sentir nos preços da gasolina, que superaram US$ 3 por galão na segunda-feira após os ataques. O custo já tinha subido em relação ao mês anterior, quando ficou em US$ 2,85 por galão. Os analistas apontam que o querosene de aviação também deve subir.

No pregão de segunda, ações de companhias aéreas e hotéis dos EUA registraram queda de cerca de 2%. O mercado de turismo americano sentiu o recuo, com sinalização de menor demanda diante do contexto de conflito.

Além disso, conflitos no Oriente Médio deixaram hotéis ocidentais no region com danos nos primeiros dias de hostilidades. Entre os alvos, um Crowne Plaza no Bahrein e um hotel da rede Fairmont na Palm Jumeirah, em Dubai.

Do lado estratégico, o estreito de Ormuz, passagem crucial para o transporte de parte do petróleo mundial, foi fechado em represália aos ataques. Diversas embarcações teriam sido danificadas, elevando o apetite por seguros de navios que operam na região, conforme a Bloomberg.

O Brent atingiu queda ou alta de 13% na semana, com preço próximo de US$ 82 por barril na segunda-feira. Analistas trabalham com cenários de alta, até US$ 100 por barril, se o conflito se prolongar. O Citigroup elevou projeções de curto prazo para o Brent.

No comércio externo, o fechamento do espaço aéreo na região impacta voos e custos operacionais. O custo do combustível representa boa parte das despesas das companhias, o que tende a pressionar tarifas futuras.

Marriott, Hilton e Hyatt ampliaram investimentos no Oriente Médio nos últimos anos, consolidando presença na região. Procuram aproveitar a demanda prevista para 2025, especialmente na Arábia Saudita e nos Emirados Árabes Unidos.

Ainda não há prazo definido para a duração do conflito. Autoridades militares indicaram possibilidades diversas, incluindo a não necessidade de tropas terrestres, mas sem descartar cenários adicionais. As informações indicadas são de fontes públicas e de órgãos de referência do setor.

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