- O Exército de Israel anunciou a criação de uma zona de segurança no sul do Líbano, em resposta aos ataques do Hezbollah.
- O plano prevê a ocupação de uma faixa de terra no sul do Líbano, conforme instrução do ministro da Defesa, Israel Katz.
- Tropas terrestres teriam avançado a partir das planícies de Kfarkila e Khiam, perto da fronteira com Israel.
- O Hezbollah lançou ataques com foguetes e drones; Israel respondeu com bombardeios no sul do Líbano e em áreas ao redor de Beirute.
- A violência fez pelo menos trinta mil pessoas se deslocarem; o Líbano proibiu atividades militares do Hezbollah, conforme afirmou o presidente do país.
O Exército de Israel informou nesta terça-feira que criou uma zona de segurança no sul do Líbano, após ataques do Hezbollah. A operação segue instruções do ministro da Defesa, para avançar em posições estratégicas e impedir ataques a localidades fronteiriças.
As forças israelenses teriam avançado a partir das planícies de Kfarkila e Khiam, segundo uma fonte do Exército libanês à AFP. A incursão ocorreu perto da fronteira entre Israel e Líbano.
Contexto e desdobramentos
O Hezbollah, grupo xiita apoiado pelo Irã, tornou-se parte do conflito que se intensificou após ataques de Estados Unidos e Israel contra o Irã. O movimento lançou drones e foguetes contra bases israelenses, segundo informações militares.
Décadas de violência na região já causaram deslocamento de milhares de pessoas. Hoje, as Nações Unidas estimam pelo menos 30 mil deslocados no Líbano em meio à escalada. O governo libanês proibiu atividades militares do Hezbollah, em posição reiterada pelo presidente do país.
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