- O acordo inicial Online Services Accord Against Scams reúne oito gigantes de tecnologia para compartilhar informações sobre golpes virtuais e ataques que visam serviços digitais.
- Google, Microsoft, LinkedIn, Meta, Amazon, OpenAI, Adobe e Match Group assinaram o rascunho, que busca ampliar a segurança, detectar problemas com IA e melhorar transações online.
- A iniciativa é voluntária e não impõe multas; visa uma resposta unificada da indústria com governos, polícia, ONGs e parceiros para combater fraudes.
- A reunião de aprovação ocorreu antes da Global Fraud Summit 2026, em Viena, para discutir operações antifraude com autoridades e setor privado.
- A ação busca evitar incidentes como o vazamento de dados que afetou o Google em 2025 envolvendo a plataforma Salesforce e relatos de vulnerabilidades no Gmail.
As grandes empresas de tecnologia uniram-se para combater golpes e fraudes digitais. Google, OpenAI, Amazon, Meta e outras oito companhias assinaram um acordo para compartilhar informações sobre ataques e ameaças, ampliando a segurança de serviços digitais. O rascunho do texto aponta cooperação para fortalecer defesas após incidentes com IA.
O acordo, denominado Online Services Accord Against Scams, busca uma resposta unificada entre indústria, governos, polícia e ONGs. O objetivo é antecipar golpes, melhorar transações financeiras seguras e criar medidas de proteção para usuários. A iniciativa surgiu antes da Global Fraud Summit 2026, em Viena.
Entre as signatárias estão Google, Microsoft, LinkedIn, Meta, Amazon, OpenAI, Adobe e Match Group, proprietário do Tinder e do Hinge. As empresas afirmam que a colaboração é voluntária e não há penalidades para quem não participar, mantendo o foco em troca de informações e cooperação.
Segundo fontes, o acordo prevê a implementação de sistemas de detecção com IA para identificar problemas e fraudes com maior rapidez. A expectativa é ampliar o alcance das políticas de segurança já existentes nas plataformas.
A iniciativa também visa melhorar a comunicação entre as empresas e com parceiros governamentais e instituições de segurança. A prática pretende reduzir vulnerabilidades que permitiram incidentes anteriores, como vazamentos envolvendo plataformas de terceiros.
O caso citado envolve o Google, que sofreu vazamento de dados em 2025 ligado a operações com Salesforce, chegando a afetar mais de 200 empresas. O Have I Been Pwned apontou Gmail entre serviços com maior exposição de senhas e endereços de e-mail.
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