- O ataque ocorreu em 12 de março, quando uma caminhonete foi lançada contra a sinagoga maior de Michigan, em West Bloomfield, ferindo um segurança e provocando incêndio no veículo.
- O FBI afirma que foi um ato terrorista inspirado pelo Hezbollah, visando propositalmente a comunidade judaica.
- O agressor, Ayman Ghazali, cidadão americano naturalizado originário do Líbano, atuou enquanto mais de 100 crianças participavam de uma aula no local.
- A investigação indica planejamento nos dias que antecederam o ataque, com intensificação a partir de 9 de março e atividade online de Ghazali relacionada a conteúdos pró-Hezbollah e iranianos.
- Dias antes, membros da família de Ghazali no Líbano teriam morrido em um ataque aéreo israelense; um dos irmãos é mencionado como comandante do Hezbollah na unidade Badr.
O FBI informou que o ataque à sinagoga de West Bloomfield, em Michigan, no início de março, foi um ato terrorista inspirado pelo Hezbollah, com o objetivo de atingir a comunidade judaica e o maior templo do estado.
O agressor foi Ayman Ghazali, cidadão americano de origem libanesa. Ele lançou uma caminhonete contra o prédio durante uma aula para crianças, matou um segurança a tiros e o veículo ficou preso em um corredor. Ghazali cometeu suicídio no veículo; o carro carregava explosivos e um líquido inflamável.
Seguranças da sinagoga responderam ao ataque, e ninguém além do vigilante ferido morreu. O veículo pegou fogo, causando danos significativos à edificação. Ghazali já constava em bancos de dados federais por ligações com grupos vinculados ao Hezbollah.
Contexto e investigação
Seguem informações sobre a conexão com o Hezbollah. Familiares de Ghazali no Líbano foram mortos em um ataque israelense uma semana antes do ataque, durante o aumento do conflito entre EUA, Israel e Irã.
A imprensa e autoridades relataram que Ibrahim Muhammad Ghazali, supostamente irmão de Ayman, era apontado pela imprensa como comandante do Hezbollah, ligado à gestão de armas na unidade Badr. O FBI descreveu que o planejamento intensificou a partir de 9 de março.
Análises de atividades online de Ghazali indicaram buscas por veículos de veículos pró-Hezbollah e iranianos, bem como vídeos sobre tiroteios e munição. A investigação continua para esclarecer contatos, financiamentos e eventuais apoiadores.
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