- Dalia Lopez, empresária, foi presa no Paraguai sob suspeita de falsificação de documentos e associação criminosa, ligada ao passaporte de Ronaldinho Gaúcho.
- A prisão aconteceu em Assunção, após uma investigação que durou meses.
- Na operação, foram encontrados US$ 220 mil e 300 milhões de guaranis paraguaios, aproximadamente R$ 239 mil.
- Ronaldinho teve o passaporte falsificado em 2020 ao tentar entrar no Paraguai com documento adulterado; a Polícia Federal brasileira emitiu alerta e ele recebeu multa por uso de documento falso.
- Lopez nega as acusações; pode pegar até cinco anos de prisão, e audiência de custódia está prevista para sexta-feira; a Polícia Federal brasileira acompanha o caso.
Dalia Lopez, empresária de Assunção, foi presa no Paraguai nesta quinta-feira (2/4) sob a acusação de falsificação de documentos e associação criminosa, envolvendo o passaporte de Ronaldinho Gaúcho. A prisão ocorreu após uma investigação que durou meses, conduzida pela Polícia Nacional paraguaia.
No momento da abordagem, a polícia encontrou US$ 220 mil e 300 milhões de guaranis paraguaios (aproximadamente R$ 239 mil). A suspeita foi encaminhada à sede da Polícia Nacional, onde permanece à disposição da Justiça.
Prisão e autoria do caso
Lopez é proprietária de uma agência de viagens em Assunção. Ela nega as acusações, afirmando não ter conhecimento de que o documento era falso. A investigação segue para apurar participação e acobertamento no esquema.
Ronaldinho Gaúcho teve o passaporte falsificado em 2020, ao tentar entrar no Paraguai com documento adulterado. A Polícia Federal brasileira emitiu alerta sobre o caso e Ronaldinho foi multado por uso de documento falso.
Disponibilidade de atuação e desdobramentos
A Polícia Federal brasileira acompanha as investigações e coopera com autoridades paraguaias. A prisão ocorre em meio ao reforço de ações contra falsificação de documentos no Paraguai, com foco no combate ao crime organizado.
A audiência de custódia de Lopez está prevista para sexta-feira (3/4). A polícia paraguaia informou que a pena pode chegar a até cinco anos de prisão pelo crime de falsificação de documentos.
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