- A Artemis 2, 1º voo tripulado do programa lunar da Nasa desde 1972, foi lançada em 1º de abril de 2026, do Centro Espacial Kennedy, com quatro astronautas a bordo: Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e Jeremy Hansen (agência canadense).
- A missão envolve um sobrevoo ao redor da Lua a bordo da nave Orion, com retorno previsto à Terra em cerca de 10 dias, para testar sistemas, comunicação, propulsão e procedimentos de voo.
- O objetivo é avaliar a rotina e o desempenho da tripulação em condições de microgravidade, com monitoramento de sistemas e manobras de navegação para futuras missões lunares.
- Em relação à saúde, os astronautas seguem treinamentos físicos para minimizar perdas de massa muscular e densidade óssea na microgravidade; na Estação Espacial Internacional, dedicam em média duas horas diárias a atividades como corrida, ciclismo e exercícios de resistência.
- Na Artemis 2, os exercícios são adaptados para espaço mais compacto e menos equipamento volumoso, mantendo atividades para ativar músculos, preservar a circulação e manter o condicionamento durante o voo.
A missão Artemis 2, o primeiro voo tripulado do programa lunar da Nasa desde 1972, decolou em 1º de abril de 2026. A partir do Centro Espacial Kennedy, nos EUA, a cápsula Orion leva quatro astronautas em torno da Lua, com retorno previsto em cerca de 10 dias. O objetivo é testar sistemas, comunicação e procedimentos em microgravidade.
Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e Jeremy Hansen, da Agência Espacial Canadense, compõem a tripulação. Eles executam manobras de navegação, monitoram sistemas da cápsula e conduzem experimentos a bordo, avaliando a segurança e eficiência de futuras missões lunares.
Treinamento a bordo e a importância da saúde
Para manter o corpo funcionando na microgravidade, a equipe segue um programa diário de exercícios. Em média, duas horas por dia, com corrida em esteiras adaptadas, ciclismo e simulações de levantamento de peso.
Em missões curtas com espaço limitado, como a Artemis 2, os treinos são otimizados para caber na cápsula Orion, priorizando a ativação muscular, a circulação sanguínea e o condicionamento físico durante o voo.
Exercícios no espaço
A prática regular de exercícios reduz a perda de massa muscular e de densidade óssea, impactos comuns na ausência de gravidade. Técnicas e equipamentos reproduzem o esforço terrestre, mesmo em ambiente sem peso.
Segundo a Nasa, a densidade óssea pode cair cerca de 1% ao mês para astronautas sob gravidade reduzida, o que afeta mobilidade e aumenta o risco de fraturas após o retorno à Terra. A Artemis 2 adapta rotinas para o espaço disponível na cápsula.
- Créditos: cobertura sobre Artemis 2, com foco nos exercícios realizados a bordo e nos objetivos da missão. Os conteúdos complementares destacam o lançamento e a trajetória da missão.
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