- Trump estabelece prazo de 48 horas para que o Irã reabra o Estreito de Ormuz, sob pena de “inferno” caso não atenda à exigência.
- O Irã afirma ter usado novo sistema de defesa aérea que derrubou dois aviões militares dos Estados Unidos, contrariando declarações anteriores de Trump.
- A linguagem de aliados na OTAN ficou tensa: França chamou as propostas de participação europeia de “irrealistas” e houve atritos com Washington.
- Os EUA ampliam a presença militar na região, com cerca de 50 mil militares no Oriente Médio ou a caminho, sem confirmação sobre uma invasão terrestre.
- A escalada continua: EUA bombardearam uma ponte próxima a Teerã e o Irã derrubou dois caças americanos, com um piloto ainda desaparecido e outro resgatado.
Donald Trump renovou hoje a ameaça ao Irã, fixando um prazo de 48 horas para reabrir o Estreito de Ormuz, passagem estratégica para o petróleo global. O alarme é parte de uma escalada do conflito no Oriente Médio.
Segundo o governo norte-americano, a medida visa garantir livre tráfego marítimo e evitar interrupções comerciais. O prazo vence nesta segunda-feira; a administração avalia ações adicionais caso o Irã não atender à exigência.
O Irã afirmou ter utilizado um novo sistema de defesa aérea para derrubar dois aviões militares dos EUA, segundo a mídia estatal. O anuncio ocorre após meses de confrontos na região e bombardeios recentes.
A CNN, com base em informações de Washington, disse que as declarações iranianas contradizem promessas de Trump de que sistemas de defesa teriam sido desativados. O Irã sustenta que os equipamentos são recentes e resistentes.
Coalizões e tensões na OTAN também aparecem na linha de frente. Trump sugeriu que países europeus que exploram o Estreito de Ormuz deveriam agir, cobrança recebida com ceticismo por aliados, inclusive França.
Macron classificou a proposta como irrealista, ressaltando que a região não é responsabilidade exclusiva de países estrangeiros. Analistas apontam que o mercado reagiu com volatilidade diante da incerteza.
A presença militar dos EUA na região aumentou, estimando-se cerca de 50 mil militares envolvidos ou a caminho. Não há confirmação pública sobre uma possível invasão terrestre ou apenas pressão diplomática.
No confronto direto, uma ponte perto de Teerã foi alvo de bombardeio americano. Paralelamente, os dois aviões abatidos estavam em missões distintas, com um piloto resgatado e o outro ainda desaparecido.
Um dos caças abatidos tinha dois tripulantes; o resgate ocorreu, mas o segundo piloto continua desaparecido. O segundo avião voltou ao espaço aéreo aliado antes de o piloto fazer a manobra de ejeção, com buscas em andamento.
Entre na conversa da comunidade