- Embaixadas do Brasil no Golfo Pérsico alertam sobre escalada do conflito no Irã e recomendam que cidadãos considerem deixar a região.
- Comunicados publicados nas redes sociais ressaltam a imprevisibilidade dos desdobramentos e recomendam avaliação individual sobre permanecer ou buscar locais mais seguros.
- O espaço aéreo dos Emirados Árabes Unidos continua operando, mas pode sofrer alterações pontuais, atrasos e restrições.
- O alerta surge em meio a críticas de líderes internacionais, com o presidente dos Estados Unidos aumentando o tom de ameaça ao Irã e estabelecendo prazo para liberação da circulação no estreito de Hormuz.
- Entre as recomendações de segurança, as embaixadas indicam evitar aglomerações e manter itens como lanternas à mão em caso de interrupção de energia.
As embaixadas brasileiras situadas no Golfo Pérsico alertaram nesta terça-feira 7 sobre a escalada do conflito envolvendo o Irã. Em comunicações nas redes sociais das representações, os chanceleres recomendam que brasileiros analisem a possibilidade de deixar a região, mencionando a imprevisibilidade dos desdobramentos.
Segundo os comunicados, o espaço aéreo dos Emirados Árabes Unidos segue operando, mas pode sofrer alterações pontuais, atrasos ou restrições. A orientação é avaliar, de forma individual, a conveniência de permanecer no país ou buscar locais mais seguros.
A atualização ocorre num contexto de tensão regional, em que o governo dos EUA, sob o governo de Donald Trump, elevou o tom das ameaças ao Irã. A administração indicou um prazo até as 21h para que o Irã retire restrições à circulação de navios no estreito de Hormuz, rota estratégica para o petróleo mundial.
As embaixadas destacam ainda que há aliados dos EUA na região, incluindo países do Golfo, onde há representações brasileiras. Entre as recomendações de segurança, estão evitar aglomerações e manter itens de uso emergencial, como lanternas, em caso de interrupção no fornecimento de energia.
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