- O Burj Al Arab, hotel ultraluxuoso de Dubai, fechará por dezoito meses para um projeto de restauração, encerrando um período de mais de vinte e cinco anos sem grandes intervenções.
- O hotel possui 198 suítes e ficou famoso por interiores opulentos, com 86.500 cristais Swarovski fixados à mão, mais de trinta tipos de mármore Statuario e cerca de 1.790 metros quadrados de folha de ouro 24 carat.
- O restauro tem à frente o arquiteto de interiores Tristan Auer, que buscará preservar o estilo artístico do prédio enquanto aprimora sua decoração.
- O anúncio ocorre após o Burj Al Arab ter sido atingido por destroços de um drone interceptado, em 1º de março, o que causou um incêndio limitado na fachada externa, segundo a Dubai Media Office.
- O grupo Jumeirah destacou que a restauração marca um novo capítulo para a propriedade, reiterando seu compromisso com padrões de excelência e preservação do legado da marca.
O Burj Al Arab, ícone de Dubai, vai fechar pela primeira vez em 25 anos para uma restauração de 18 meses. O hotel ultra luxuoso, que abriu em 1999, será repaginado para manter o mesmo cuidado com detalhes artísticos.
Pertence à rede Jumeirah e tem 198 suítes. Destacam-se itens como o marble Statuario, milhares de cristas de Swarovski e folha de ouro de 24 quilates nas áreas internas. O projeto envolve conservação de obras de arte e design.
A restauração fica a cargo do arquiteto de interiores Tristan Auer, conhecido por projetos em Paris. Auber promete manter o espírito do edifício, atualizando a decoração com o mesmo rigor de preservação de uma obra artística.
O anúncio ocorre após um incidente em 1º de março, quando drones iranianos foram interceptados e parte da fachada externa sofreu fogo limitado. A Dubai Media Office informou o ocorrido sem detalhar danos adicionais.
A Jumeirah destacou que o Burj Al Arab é mais que um marco arquitetônico; é um símbolo de ambição, artesanato e excelência. O protocolo de restauração será conduzido para preservar a herança do hotel único em seu portfólio.
O hotel é famoso pela hospitalidade, com serviço dedicado a cada suíte e opções de transporte de alto padrão, como uma frota de Rolls-Royces. Restaurar as instalações reforça o padrão que o diferencia na cidade.
Entre os ambientes, o hotel abriga restaurantes premiados, como o Al Muntaha, com estrela Michelin, e o L’Olivo, rodeado por um grande aquário no Al Mahara. Esses serviços serão avaliados durante a obra.
A empresa informou que a restauração envolve uma revisão minuciosa de áreas públicas e privadas, com foco na preservação de elementos originais. O cronograma de obras prevê etapas programadas para evitar transtornos aos hóspedes.
Thomas B. Meier, CEO da Jumeirah, afirmou que o Burj Al Arab continua como símbolo de ambição e excelência. A declaração reitera o compromisso de manter o padrão mundial da marca.
A empresa ressaltou que a reforma marca uma nova fase na história do hotel, sem detalhar custos ou datas adicionais. A assessoria de imprensa também não confirmou prazos além dos 18 meses previstos.
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